terça-feira, 7 de maio de 2013

FLAMENGO anuncia novo patrocínio máster: 'Maior camisa em valorização no país'

Vice de marketing rubro-negro calcula R$ 73 milhões de arrecadação com uniforme. Acordo com a Caixa Econômica Federal irá à votação nesta terça. O Flamengo tem um novo patrocinador máster. A gestão Eduardo Bandeira de Mello anunciou na tarde desta terça-feira a parceria com a Caixa Econômica Federal, que será de R$ 25 milhões anuais. A marca ficará no peito, no ombro direito e na perna esquerda. Apesar de o contrato ainda depender da aprovação do Conselho Deliberativo do clube – a votação ocorrerá na noite desta terça-feira – o presidente rubro-negro e representantes da estatal oficializaram o acordo, que terá duração de um ano, com opção de renovação até maio de 2015, ano em que termina o atual mandato. - Foram quase cinco meses de conversas. Estamos propondo ao Conselho Deliberativo um acordo de um ano, cujo valor envolvido é de R$ 25 milhões. Maior camisa em valorização no país é a do Clube de Regatas do Flamengo com R$ 73 milhões, fora as variáveis do contrato. Não vou ficar falando sobre as questões. Tenho a expectativa que os colegas da Caixa consigam mais dois ou três anos de contrato - disse Luiz Eduardo Baptista, o Bap, vice de marketing do Flamengo, referindo-se ao contrato da Caixa Econômica mais os valores da Adidas (R$ 35,6 milhões, somado a taxa de início de parceria e a verba de ações de marketing), da Peugeot (R$ 10 milhões) e da Tim (R$ 2,5 milhões). Os novos uniformes foram apresentados por duas modelos no salão nobre da Gávea. O valor anunciado pelo patrocinador máster é menor que o esperado pela diretoria. Internamente, a expectativa em um primeiro momento era de que atingisse R$ 35 milhões no somatório de cotas e ações voltadas para os esportes olímpicos. O que ficou acordado é inferior ao que paga a Caixa Econômica Federal ao Corinthians - R$ 30 milhões anuais. O contrato com o clube paulista, entretanto, prevê a utilização de dois espaços na camisa, na frente e nas costas. No uniforme rubro-negro, as costas serão ocupadas por outra marca, a da Peugeot. O espaço nas mangas continua livre e pode ser negociado. - Esse namoro começou no dia 3 de janeiro. Fomos procurados assim que a diretoria assumiu, estava saindo de férias e fui atender o Flamengo. A primeira coisa que colocamos na mesa são as questões legais, as certidões. Sabemos como é difícil, temos conversado com outros clubes. Às vezes, torna-se impossível por conta da situação. No início, não acreditava que chegaríamos em maio com isso resolvido. É uma parceria para muitos anos. O contrato do Flamengo é idêntico ao do Corinthians, de 12 meses, renovável por mais 12. É assim que fechamos com todos os clubes que temos assinado e mais alguns que vamos assinar - explicou Clauir Luis Santos, diretor executivo da Caixa. Os dirigentes rubro-negros não quiseram detalhar a parceria com a Caixa, já que ela ainda vai à votação no Conselho Deliberativo. Segundo Bap, há outras negociações em curso para novos patrocínios, mas não revelou o andamento. - Temos espaço pelo menos para mais um patrocinador na camisa. Não posso falar ainda porque não está fechado - despistou Bap.(globoesporte.com)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

FLAMENGO apresenta CAIXA como nova patrocinadora nesta terça!!!

Coletiva de imprensa foi convocada pelo presidente do clube carioca para detalhar investimento de R$ 25 milhões que será feito pelo banco estatal. O Flamengo irá apresentar na próxima terça-feira (07/05) a Caixa Econômica Federal como sua nova patrocinadora máster. Eduardo Bandeira de Mello, presidente do clube, convocou uma coletiva de imprensa a ser realizada na sede da Gávea, no Rio de Janeiro, às 16h30, para oficializar o acordo costurado nos últimos meses. A Caixa confirmou a Época NEGÓCIOS, por meio de sua assessoria, a apresentação do patrocínio. O acordo irá render ao time carioca R$ 25 milhões. O valor foi revelado pelo Diário Oficial da União na última quinta-feira, com uma autorização do banco estatal para a assinatura do contrato com o Flamengo – feito como uma contratação direta, sem licitação. O valor é inferior ao pago pela Caixa ao Corinthians, R$ 30 milhões, mas envolve apenas a parte frontal da camisa rubro-negra, enquanto os paulistas colocam a marca no peito e nas costas do uniforme.(Revista Época/Negócios).

terça-feira, 30 de abril de 2013

ISSO SE CHAMA FLAMENGO!!! Multidão invade a madrugada e faz festa para o Fla em João Pessoa

Desembarque conta com cerca de 500 rubro-negros. Delegação segue de ônibus até Campina Grande, palco do duelo de quarta pela Copa do Brasil. Como de costume, o encontro entre Flamengo e Nordeste foi sinônimo de festa na Paraíba. O relógio já apontava 1h10m da madrugada quando a delegação desembarcou no Aeroporto Castro Pinto, em João Pessoa. Mas quem disse que o horário foi problema para os rubro-negros? Cheios de entusiasmo, cerca de 500 torcedores – de acordo com a estimativa da polícia – receberam os jogadores que enfrentam o Campinense, quarta-feira, pela Copa do Brasil. A viagem, no entanto, não chegou ao fim, e o grupo segue de ônibus para Campina Grande, palco do confronto. Mesmo com a possibilidade de seguir de avião até a cidade do interior em voo com conexão em Salvador, o Flamengo optou por ir para João Pessoa e fazer a perna final por via terrestre por questões logísticas, principalmente para evitar riscos com material esportivo ou atraso na troca de aeronave. Na chegada à capital paraibana, os mais assediados foram Hernane e Jorginho, que tiveram dificuldades para deixar o saguão e se juntar ao restante da delegação no ônibus. Ao gritos de “Uh, terror, o Hernane é brocador”, o atacante foi o último dos jogadores a deixar o local e precisou de escolta de seguranças. Sorridente, Jorginho encarou o assedio com simpatia e fez elogios aos torcedores. - É uma alegria para a gente. Foi assim na minha época de atleta. Fico feliz por ser assim ainda. É essa paixão que o Flamengo tem, principalmente no Norte e Nordeste. É algo impressionante. Isso que nós queremos, que essa torcida esteja presente em massa e nos dê um grande apoio. Após treinar pela manhã no Ninho do Urubu, o elenco do Flamengo se reapresentou no início da noite e passou quase que despercebido pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Com direito a embarque prioritário, os atletas já se encontravam a bordo da aeronave quando foi aberta a entrada do restante dos passageiros. A viagem de cerca de 2h40 minutos ocorreu tranquilamente. Com chegada a Campina Grande prevista para por volta das 3h, o Flamengo terá a manhã de terça-feira livre para repouso. Na parte da tarde, os jogadores participam de um treinamento de reconhecimento do gramado do Estádio Amigão. O confronto com o Campinense está marcado para quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), e terá transmissão ao vivo da Rede Globo. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real. Uma vitória por dois gols de diferença garante os cariocas na fase seguinte da Copa do Brasil sem a necessidade da partida de volta.(GLOBOESPORTE.COM)

sábado, 27 de abril de 2013

Do macarrão com água de chuveiro até o Fla: lições do 'psicólogo' Shilton

Após sair da casa dos pais aos 13 anos para jogar basquete, pivô usa sua superação para motivar companheiros e sonha em se formar em psicologia. À distância, o pivô Shilton assusta. Seja pelos 105kg de pura massa muscular distribuídos por seus 1,98m de altura, pelos braços cobertos por inúmeras tatuagens ou pela cara de mau com que encara os adversários que ousam penetrar no garrafão do Flamengo. Mas basta uma rápida aproximação e um papo de cinco minutinhos para descobrir que o estereótipo de bad boy, somado ao seu jeitão bronco, não se encaixa no verdadeiro perfil desse matogrossense de Cuiabá. Aos 30 anos, Shilton comeu o pão que o diabo amassou, ou para ser mais exato, muito macarrão com água de chuveiro, para alcançar seus objetivos como jogador de basquete. Os obstáculos não foram poucos, tampouco fáceis de serem superados, mas ele garante que valeu a pena. No entanto, mais importante do que conquistar títulos, passar por todas as seleções de base ou vestir uma camisa de peso como a do Flamengo é poder se olhar no espelho e ter orgulho de servir como exemplo para os filhos Mathias, de cinco anos, e Guilherme, de um ano e nove meses. Mesmo exemplo que ele passa diariamente para Diego, Feliz, Alexandre e Chupeta, promessas do time rubro-negro, que inicia na próxima semana a disputa das quartas de final do NBB, contra o Paulistano. Depois de deixar a casa dos pais em Cuiabá aos 13 anos para jogar basquete na capital paulista, sem receber um tostão sequer, e morar dois anos debaixo das arquibancadas do ginásio do Ibirapuera, Shilton não dá descanso para os jovens companheiros, que veem no camisa 6 a figura de um pai. Eu pego no pé deles mesmo. Quando cheguei em São Paulo para jogar pelo Círculo Militar passei dois anos dormindo numa edícula - uma espécie de quarto minúsculo sem janela e nenhuma ventilação - e comendo miojo com água do chuveiro todos os dias. Quando fui morar debaixo das arquibandas do Ibirapuera, já achei um luxo. Lá pelo menos eu tinha uma cama só para mim. Eles davam escola, transporte e eu ganhava R$30 por mês do meu pai. Minha única diversão era ir para o Parque do Ibirapuera assistir a shows gartuitos. Hoje, o basquete mudou e esses moleques têm toda a estrutura necessária que um atleta precisa para jogar. Por isso, eu cobro deles determinação e foco nos treinos. Eles têm potencial, mas precisam querer mais que os meninos das outras equipes. Sei que tem muito jogador melhor espalhado por aí, mas nenhum deles quer mais do que eu dentro de quadra. Encaro qualquer partida como se fosse um prato de comida - afirmou Shilton. Se o apetite do camisa 6 do Flamengo dentro de quadra está diretamente ligado às barreiras que teve de superar ao longo de 12 anos de carreira, o grau de instrução e o alto nível cultural vêm de berço. Estudioso e fascinado pela leitura desde pequeno, Shilton diz que sempre conviveu bem com a fama de nerd que o acompanhou durante toda a adolescência e revela uma antiga paixão que espera pôr em prática quando aposentar a munhequeira. - Sempre gostei de ler. Adorava os livros de filosofia, mitologia grega, aquelas histórias do Minotauro. Desde a 8ª série quero ser psicólogo. Prestei vestibular e passei na USP, PUC-SP e Mackenzie, mas jogava no Pinheiros, na época, e eles me ofereceram uma bola de estudos na UNIP. Fiz dois anos de psicologia lá e mais um em Campos, mas depois não consegui mais conciliar e tranquei. Quem sabe um dia eu consiga me formar e trabalhar com psicologia no esporte - planeja o jogador do Flamengo. Mais do que respeito pela história de superação do companheiro, as jovens promessas rubro-negras não escondem a admiração por Shilton. Apesar de ser o principal alvo do experiente pivô, Feliz diz que encara as duras críticas e, principalmente, os conselhos como um aprendizado a mais. - Ele pega demais no meu pé, mas é bom saber que tem alguém para chamar nossa atenção. Sei que ele faz isso porque gosta de mim e acredita no meu potencial. Procuro usar o exemplo dele como um estímulo para minha carreira. Como não passamos pelas dificuldades que ele passou, temos que dar ainda mais valor de estar num clube como o Flamengo - disse o pivô de apenas 22 anos. Ao mesmo tempo que as dificuldades do começo da carreira fizeram do jogador uma fortaleza dentro de quadra, elas o transformaram num homem decidido, simples e de bem com a vida. O sorriso escancarado e o bom humor constante desmontam num piscar de olhos o mito do cara bronco e casca grossa que chama atenção nos jogos do Flamengo. - Sou um cara tranquilo e fora de quadra dificilmente você vai me ver bravo, nervoso ou de mau humor. Até engarrafamento eu encaro numa boa. Nada me incomoda, mas quando viro o fio é complicado. Sei que muita gente me acha violento, um jogador de m..., mas apesar de todas as dificuldades que enfrentei, me tornei um jogador de basquete. Saí da casa dos meus pais aos 13 anos atrás de um sonho e consegui realizá-lo. Eu me considero um vencedor - orgulha-se Shilton. Casado há sete anos com Georgia - juntos há 12 - o pivô que ao mesmo tempo se sente culpado quando fala um palavrão em casa na frente de um dos filhos rejeita o rótulo de jogador violento: - Eu jogo duro sim, mas nunca fui violento e não saio por aí dando cotovelada em ninguém dentro de quadra - finalizou o pivô.(globoesporte.com)

domingo, 21 de abril de 2013

FLA X FLU - NO NOVO MARACANÃ

INTERESSADOS EM FAZER ESTA VISITA AO NOVO MARACA ENTRE EM CONTATO PELOS TELEFONES 3273-5157 OU 9101-5232 FALAR COM NICO RESTAM POUCAS VAGAS - ONIBUS(leito turismo) - SEGUE MAPA PARA VISUALIZAÇÃO