8 FEIJOADA FLAJARAGUÁ

8 FEIJOADA FLAJARAGUÁ
EQUIPE REUNIDA NA REALIZAÇAÕ DA FEIJOADA

sexta-feira, 12 de julho de 2013

FLAMENGO assina contrato válido até dezembro para jogar no Maracanã

Sem divulgar detalhes do 'acordo-teste', clube firma compromisso por seis meses. Rubro-Negro volta ao estádio contra o Botafogo, no dia 28 de julho. O Flamengo é o segundo clube a fechar um acordo com o Complexo Maracanã Entretenimento S.A, que administrará o Maracanã. Depois do acerto com o Fluminense, foi a vez de os rubro-negros anunciarem o desfecho positivo na negociação. O contrato válido apenas até o fim deste ano - o Tricolor havia acertado por 35 anos - foi assinado na tarde desta sexta, na Gávea, pelo presidente do Rubro-Negro, Eduardo Bandeira de Mello, e pelo presidente do consórcio que administra o estádio, João Borba. A volta do Flamengo ao Maracanã acontecerá no dia 28 de julho, no clássico diante do Botafogo. A negociação, que se arrastou durante semanas, foi concluída nesta sexta. As duas partes informaram que se trata de um contrato-teste, para avaliar o funcionamento antes da assinatura de um compromisso longo. Por isso, o clube e o consórcio afirmaram que há uma cláusula de confidencialidade que impede a divulgação de detalhes do acordo. - Fechamos um contrato de seis meses e vamos testar este modelo. As duas partes estão felizes. Não tenha dúvida de que podemos dizer que o Maraca é nosso. Não nos sentimos inquilinos. Hoje temos condições melhores do que antes. Temos que encher o estádio. Esses seis meses serão perfeitos para fazermos uma avaliação melhor - disse o vice-presidente de finanças do Flamengo, Rodrigo Tostes. O acordo também foi comemorado pelo presidente do consórcio que vai administrar o Maracanã até 2048, João Borba. - Um grande clássico tem que ter um pontapé inicial. Esse contrato tem maleabilidades que permitem às partes alavancar outros contratos. Não temos um modelo fechado, e as cláusulas são confidenciais. O Fluminense fez um contrato definitivo, de 35 anos. O contrato com o Flamengo foi bom para todas as partes. Os dirigentes rubro-negros avisaram que está mantido o acordo anunciado para a disputa de cinco partidas em Brasília, sendo o primeiro desta série o clássico do próximo domingo, contra o Vasco. Ao contrário do Flamengo, o Fluminense divulgou detalhes do contrato no momento da assinatura, na última quarta-feira. No caso do Tricolor, o clube terá direito à renda de 43 mil ingressos em todos os jogos nos setores localizados atrás dos gols nos próximos 35 anos. O restante, como camarotes e área vip, ficará com o concessionário. Outro que negocia para mandar jogos no local é o Botafogo, que só terá o Engenhão de volta no início de 2015.(GLOBOESPORTE.COM)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

FLAMENGO, para o jogo de domingo contra o vasco, mais de 30 mil ingressos vendidos em dia com filas e Procon

Mesmo com oito pontos abertos em Brasília, o primeiro dia de venda dos ingressos para o duelo entre Vasco e Flamengo foi marcado por longas filas. Cruz-maltinos e rubro-negros movimentaram os guichês durante todo o dia e chegaram a enfrentar mais quatro horas de espera em alguns momentos. Fiscais do Procon-DF estiveram na principal bilheteria e apontaram irregularidades. De acordo com os organizadores do jogo, mais de 30 mil ingressos já foram vendidos para o Clássico dos Milhões, marcado para o próximo domingo, às 18h30m, no Estádio Mané Garrincha. A carga total é de 66.306 mil bilhetes. Clássico terá separação de torcidas apenas no Anel Superior Logo de manhã cedo, centenas de torcedores dos dois times já formavam grandes filas nos principais setores da cidade. Uma falha no sistema gerou atraso de até uma hora no início da comercialização em alguns locais. A loja do Vasco localizada no principal shopping da cidade foi o ponto mais congestionado. Com apenas um guichê disponível, o tempo de espera chegou a mais de quatro horas, relataram muitas pessoas. - Acho que a procura aqui foi maior por já ser uma loja conhecida, bem localizada. Tentamos organizar da melhor maneira, mas infelizmente houve muita fila. Provavelmente não vamos mais vender a partir de amanhã a pedido da administração do shopping - explicou o dono da loja, Luiz Roberto de Oliveira. Nas bilheterias do Ginásio Nilson Nelson, ao lado do Estádio Mané Garrincha, o tempo de espera também foi longo em alguns momentos, mas na maior parte do dia os torcedores conseguiram comprar o ingresso em menos de uma hora. - Poderia ser um pouco melhor, mas está tranquilo. O importante é que o Mengão vai atropelar no domingo - afirmou o flamenguista Cleiton Leandro Monteiro, que enfrentou 40 minutos de espera. - Vim preparado para espera até um pouco mais. Agora é esperar domingo para ver o Vasco ganhar. Aposto em 2 a 0 para a gente - completou o vascaíno Maurício Gustavo Rodrigues, que esperou 30 minutos para comprar o ingresso. Outro local que teve grandes filas foi no único ponto para retirada dos bilhetes comprados pela internet, opção disponível para sócio-torcedores desde a última quarta-feira. Mesmo com seis guichês em funcionamento, o tempo de espera foi de cerca de 2 horas. - Todos aqui são sócios. Os clubes podiam oferecer um tratamento melhor - questionou o rubro-negro Humberto Prandera. Procon-DF identifica irregularidades No meio da tarde, fiscais do Procon-DF estiveram nas bilheterias do Ginásio Nilson Nelson e também no ponto de retirada dos ingressos comprados pela internet. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, foram identificadas irregularidades como desrespeito ao tempo de espera determinado por lei distrital (30 minutos), falta de filas preferenciais e falta de CNPJ da empresa responsável na impressão dos ingresso. Os fiscais lavraram um auto de infração e tentaram entregar para representantes do Vasco e do Flamengo que estavam no local. No entanto, os dirigentes se recusaram a receber o documento. Segundo o Procon-DF, a notificação será encaminhada para os clubes, que terão 10 dias para apresentar defesa. O vice-presidente de Patrimônio do Vasco, Manuel Barbosa, se irritou com a situação. - Sinceramente, isso é uma aberração. Estão cobrando regras que no Rio de Janeiro são aplicadas apenas para bancos, em uma situação completamente diferente. Buscamos colocar o maior número possível de pontos de venda, mas a demanda é muito grande. Vamos ter que conversar melhor isso como governo ou vai ficar inviável fazer jogos aqui em Brasília - afirmou o dirigente.(globoesporte.com)

domingo, 7 de julho de 2013

Torcida apoia, incendeia Mané Garricha e vira o ‘melhor da noite’

Mano diz que incentivo foi o que de mais positivo ocorreu diante do Coxa. Fla se sente bem no estádio, mas Elias fala em 'definir logo a casa'. O Coritiba até jogou um balde de água fria. Bem gelada, na verdade. Mas nada foi capaz de apagar o caldeirão no qual se transformou o Mané Garrincha, em Brasília, no empate por 2 a 2 com o Flamengo, sábado, pela sexta rodada do Brasileirão. Com o prolongamento da negociação pelo retorno ao Maracanã, o Rubro-Negro adotou a capital federal como sua casa, e teve diante do Coxa uma amostra de que será pego no colo, independentemente do que apresente em campo. Pelo menos, em um primeiro instante. Mesmo cerca de uma hora antes de a bola rolar, a maioria dos 55.110 presentes já tinha ocupado seus lugares e fazia festa a cada gol exibido no telão em propaganda do programa sócio-torcedor. O mesmo aconteceu na entrada em campo do time para aquecimento e durante todo o jogo. Entusiasmados com a proximidade da paixão normalmente tão distante, os brasilienses fizeram festa e incentivaram a equipe durante os 90 minutos. Ao apito final, porém, o empate frustrante gerou vaias. No anúncio oficial das equipes, um “Uhhhhh” quase uníssono para os jogadores do Coritiba, em especial Alex – por sinal, o melhor em campo. No lado rubro-negro, Léo Moura foi o mais ovacionado, enquanto Carlos Eduardo ouviu uma divisão de vaias e aplausos. Bastou a bola rolar, porém, para o incentivo ser irrestrito. Gritos de “Mengo” foram constantes e alternavam com vaias no período em que o time paranaense tinha posse de bola. Cada roubada de bola era comemorada, assim como faltas a favor do Flamengo. O gol de Moreno, logo no início, incendiou ainda mais a massa, que celebrou ao som de “Sai do chão, sai do chão, a torcida do Mengão”. A sintonia era tanta que os torcedores jogaram a favor até para evitar um punição ao clube. Na metade do primeiro tempo, um copo foi arremessado no campo e atingiu um auxiliar. O árbitro Paulo César Oliveira interrompeu a partida e prontamente o público identificou o baderneiro para que fosse retirado, evitando problemas para o clube. No segundo tempo, um episódio representou bem a condição de parceria proposta pelos brasilienses. Assim que Chico marcou de cabeça o primeiro gol do Coritiba, o estádio respondeu com gritos de “Mengo”. A reação não surtiu efeito na equipe, que manteve o “apagão” até o empate em gol de Alex, seguido de raros minutos de silêncio. Já na metade da etapa final, o apoio ao time se dividiu com gritos que pediam Rafinha. Mano Menezes atendeu, mas o camisa 7, que cresceu no Distrito Federal, não respondeu em campo. O tropeço, após ter a vitória nas mãos, gerou vaias ao término do jogo, mas nada muito forte. Nas rampas de saída do estádio, o torcedor gritava e cantava como se tivesse conquistado uma vitória. O sistema de som ainda avisou: “Próximo jogo no Mané Garrincha: Vasco x Flamengo”, e a informação foi celebrada como um gol. Em entrevista coletiva, Mano Menezes comentou a participação da torcida na partida e a avaliou como o ponto alto da noite de sábado. O treinador deixou clara ainda a necessidade de dar uma vitória como contrapartida ao apoio. Até agora, o Fla jogou duas vezes no local e empatou com Santos e Coritiba. - Foi o fator mais positivo do que vivenciamos aqui. O torcedor apoiou e entendeu as limitações em determinados momentos. Em um curto espaço de tempo, queremos vencer aqui para brindar essa torcida que está vindo, para que venham mais e em maior número. Mano comparou a relação com um casamento e admitiu que, neste momento, o Flamengo precisa ser carregado no colo pelo torcedor de Brasília. - Precisa haver um casamento entre torcida e time. E em um casamento em determinados momentos você precisa mais do parceiro. Hoje, precisamos mais do torcedor. Ainda vivemos momentos de afirmação e vamos passar por ele com esse apoio. Na frente, queremos dar essa recompensa. Elias fez coro com o treinador e elogiou a participação da torcida. O camisa 8, por outro lado, deixou claro que o Flamengo precisa estabelecer um estádio definitivo o quanto antes. - É longe do nosso público, que está acostumado a torcer para a gente. O torcedor em Brasília encheu o estádio e fez festa. Espero visitar Brasília novamente mais para frente, mas com a nossa casa já definida. Nesta semana, o Flamengo viaja até Alagoas para enfrentar o ASA, em Arapiraca, quarta-feira, pela Copa do Brasil, mas retorna a Brasília na quinta para os confronto com o Vasco, domingo, e o próprio Asa, dia 17. Em breve, o clube anunciará ainda um pacote que prevê novas partidas no Mané Garrincha até que chegue ao fim a negociação pelo retorno ao Maracanã.(globoesporte.com)