Associado Flajaraguá participa de encontro

Associado Flajaraguá participa de encontro
Emerson Luis Nicocelli, 274 camisas em sua coleção

sexta-feira, 15 de maio de 2015

CAMPANHA HUMANITÁRIA - MÁRCIO HENRIQUE ROSA!

A FLAJARAGUÁ, está abraçando uma CAMPANHA HUMANITÁRIA em prol do menino de 1 ano e treis meses, MARCIO HENRIQUE, que necessita urgentemente de uma cirurgia de ADENÓIDE(carne esponjosa), e nada mais justo que a nossa 6.ª FEIJOADA, no dia 25 de julho, à partir das 11 horas, na Igreja Apóstolo Paulo, do Bairro Vila Lenzi, e conjuntamente com a Flajaraguá, que comemora os seus 6 anos de fundação, vem à público, à sua colaboração, de cada cartão feijoada vendido, será repassado à família do menino, o valor de R$ 3,00, quantos mais cartões vendermos, o valor será maior em benefício do MÁRCIO HENRIQUE., coloque em sua agenda, compre os cartões antecipados com os nossos associados e amigos, vamos fazer um grande evento. 6.ª FEIJOADA FLAJARAGUÁ - 06 ANOS DE FUNDAÇÃO PRESENÇAS DE EX-ATLETAS DO FLAMENGO - CAMPEÕES MUNDIAIS DE 1981 - RONDINELLI(deus da raça) - LICO(sabiá) - TRAGA 1 LITRO DE LEITE PARA DOAÇÃO AO GRUPO SOL - QUEM TRAZER O LEITE, IRÁ PARTICIPAR DE UM SORTEIO DE UMA CAMISA OFICIAL DO FLAMENGO AUTOGRAFADA PELO RONDINELLI E O LICO.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

ASSOCIADO FLAJARAGUÁ - "Colecionador de camisas de futebol"

MATÉRIA PUBLICADA NO JORNAL O CORREIO DO POVO - DIA 14 DE MAIO DE 2015 Paixão nos cabides13 de maio de 2015 as 17:59h por Heloísa Jahn Emerson Nicocelli nutre o gosto pelo futebol através da coleção de camisas, que já passa das 230 unidades O amor pelo futebol, instigado pelo pai Otávio Nicocelli desde a infância, resultou em uma coleção que precisa de um armário só para ela e que enche o analista de vendas Emerson Nicocelli, 42 anos, de orgulho. As 231 camisas de times de futebol, entre equipes nacionais e internacionais, compõem um acervo que ainda tem muito a crescer. De familiares, amigos ou conhecidos, as camisas guardam histórias que aguçam a curiosidade do colecionador. Seja a ligação que ele viveu com a camisa de time, ou então a história do jogador que usou aquele número na conquista de um título, Nicocelli faz questão de pesquisar tudo sobre os itens que guarda em seu armário e fala com maior orgulho delas. A coleção começou despretensiosa. Como trabalha com vendas, Nicocelli tem contato com representantes de todo o Brasil e começou a receber presentes dos amigos. “Eles queriam mandar uma lembrança e perguntavam o que poderiam mandar, aí eu falava que poderia ser uma camisa de qualquer time. Já tinha alguma coisa e decidi colecionar”, conta. O hobby, que começou há mais de 20 anos, alcançou tanta proporção que o guarda-roupa ficou pequeno para todas as peças. Foi preciso instalar um armário na sala de visitas para guardar as relíquias de Nicocelli. Para não se perder no meio de tantas camisas e não ter itens repetidos, o analista de vendas se organizou. Colocou cada uma delas no cabide, numerou, protegeu-as com um saco plástico e guarda por ordem numérica. Além disso, fez uma lista com todos os itens para facilitar a procura. Se engana quem pensa que ele esquece de algum time. Apesar de ter o coração divido entre os times Flamengo e Juventus de Jaraguá, camisetas de Vasco, Joinville, Palmeiras, entre tantos outros times, não podem faltar. Só que, é claro, os itens dos times do peito são os mais especiais. Ao todo, são 39 camisas do rubro-negro e nove do Moleque Travesso. “Tenho uma camiseta do Flamengo de 1983 que ganhei do meu pai. Foi neste ano que o time foi campeão e é uma bela recordação que tenho do meu pai. Tenho um ciúme do cão dessas camisetas”, diz. Uma das primeiras camisas do time jaraguaense Juventus, que tem autógrafo da maioria dos jogadores que faziam parte do time na época, também é guardada com carinho. Na coleção há ainda peças de times inusitados como o Ibis, considerado o “pior time do mundo”, uma camisa de 1874 do Hertes, da Escócia, e uma do Atlético de Madrid, que ele ganhou do próprio jogador jaraguaense Filipe Luís, que jogava no time. Como grande parte das camisas tem o autógrafo de seus craques, a camiseta está à espera da vinda do craque para Jaraguá do Sul para ter o devido autógrafo. Quando não ganha as peças, o analista de vendas fica “vasculhando” os sites que as vendem e garimpa bons negócios. Apesar de ter camisetas das mais variadas em seu armário, que já está quase pequeno para a coleção, o desejo de ter mais peças não diminui. ATENCIOSAMENTE A DIRETORIA

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Fla se nega a discutir cota de R$ 115 milhões: 'Hoje em dia, esse desequilíbrio não existe'

Não existe ‘espanholização' no futebol brasileiro. Essa é a análise do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que se recusa a discutir nesse momento a cota de TV de R$ 115 milhões recebida pelo clube em 2014. O motivo, segundo ele, é apenas um: o desequilíbrio alardeado por outros clubes em virtude das diferenças de repasse da TV Globo, detentora dos direitos de transmissão do Brasileiro, não influi em campo. Com o maior lucro da história do futebol nacional na última temporada, a diretoria rubro-negra diminui a sua dependência em relação à televisão a cada ano. Hoje, essa receita equivale a 33% de seu faturamento. Bandeira ressalta que, mesmo contando essa "vantagem comparativa", o Fla fica para trás em outras situações como a falta de casa própria e nem por isso "ninguém está pedindo para dividir o seu estádio com ninguém". "Existe a preocupação com a competitividade. Agora, não vejo em nenhum momento esse desequilíbrio levado à prática porque existe hoje esse valor maior que Flamengo e Corinthians efetivamente ganham. Pode ter certeza que boa parte do que recebemos é destinado a pagar a dívida do passado. Tanto que isso não se refletiu em campo. Pode ser que, vamos projetar, daqui a dez anos, o Flamengo conseguindo pagar boa parte de suas dívidas e se mantendo essa diferença, isso venha a provocar uma distância", afirmou o mandatário, em evento em São Paulo. "Hoje em dia, esse desequilíbrio não existe. Nós lutamos com dificuldade para conseguir uma posição no campeonato. No ano passado, fomos 10º lugar. Ontem (domingo), perdemos. Estou começando a ficar preocupado (risos). Acho que eu trocava todos os prêmios que ganhamos aqui pelos três pontos. Brincadeira. Fiquei muito feliz por eles, mas digo o seguinte: a torcida do Flamengo é que leva ao fato de termos a receita de TV maior. Afinal de contas, o jogo que passou ontem para o Brasil, às 16h, foi nosso", prosseguiu. Com a entrada do novo contrato de direitos de transmissão, Flamengo e Corinthians passarão a receber R$ 170 milhões anuais a partir de 2016, aumentando ainda mais o ‘abismo financeiro' em relação aos demais. O time da Gávea não se nega, ainda assim, a colocar o assunto em discussão no futuro. "Essa é uma vantagem comparativa que nós temos. Agora, têm várias outras vantagens comparativas que não temos. Nós não temos estádio, não temos centro de treinamento à altura de nossas tradições e de nossa torcida - fruto, é claro, da incompetência do passado, mas temos que recuperar -, o nosso trabalho de base está sendo retomado, já fomos referência e perdemos. Enfim, não temos estádio, vários clubes aqui presentes (no evento) têm estádio e ninguém está pedindo para dividir o seu estádio com ninguém", disse Bandeira de Mello. "No momento, vamos pensar que temos um longo caminho a percorrer. E se algum dia essa questão do desequilíbrio vier a se confirmar, podemos pensar em alguma coisa, é claro que dentro de um outro ambiente, em que os clubes tenham uma entidade que possa vir a nos representar, mas acredito que temos tanta coisa nesse momento, nós, do Rio, então, temos tanta coisa para nos preocupar", completou. (www.maiortorcida.com.br)