Associado Flajaraguá participa de encontro

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Emerson Luis Nicocelli, 274 camisas em sua coleção

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Torcida do Flamengo faz a zorra em Salvador: 'A Bahia é assim', diz Felipe

Rubro-negros enchem saguão do aeroporto da capital baiana e incentivam os jogadores para o jogo contra o Bahia, nesta quarta-feira, na Fonte Nova. Eles chegaram de mansinho, cantando baixo, até meio acanhados. Em meia hora, eram cinquenta e aumentaram o volume das músicas. Com mais 30 minutos e o reforço de curiosos, viraram 100. Nem todos estavam vestidos de vermelho e preto, mas bastou o primeiro membro da comissão técnica do Flamengo pisar no saguão do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, para a zorra começar. Na passagem dos jogadores até o ônibus, por volta das 18h, os seguranças do clube e os contratados para auxiliá-los tiveram enorme trabalho. Foram beijos, abraços, cheiros no pescoço, agarrões e até sustos. O técnico Mano Menezes arregalou os olhos quando uma fã histérica saltou diante dele. Depois, sorriu impressionado. Paulo Victor teve o cabelo bagunçado, Paulinho foi agarrado e “forçado” a posar para uma foto. Carlos Eduardo quase teve o casaco arrancado. Marcelo Moreno e Adryan sumiram entre os fãs. Mas nada superou o assédio a Léo Moura, Felipe e Gabriel, os dois últimos criados em Salvador e ex-jogadores de Vitória e Bahia, respectivamente. Felipe foi o mais atencioso com os fãs. Parou no saguão e depois de entrar no ônibus voltou até a porta para distribuir autógrafos e posar para fotos. Sorridente diante de tanto alvoroço, não se surpreendeu e até soltou um palavrão para comentar a recepção fanática. - A Bahia é assim! Bom para c....! Gabriel foi um dos últimos a entrar no ônibus e só conseguiu chegar no veículo carregado pelos seguranças. Será a primeira vez que ele enfrentará o ex-clube. - Uh é Gabriel! Uh é Gabriel - berravam os rubro-negros. Uma fã era a mais ansiosa para ver Léo Moura. Islana Teixeira, de 16 anos, acompanha o lateral-direito em todas as redes sociais, fez uma faixa para o capitão e exibiu orgulhosa a capinha do telefone celular, que tem a foto do camisa 2. - Quando eu tiver um filho, vai se chamar Leonardo. Só não vai ter o Moura porque não é meu sobrenome (risos). Nas duas últimas vezes em que o Flamengo veio aqui, o Léo não esteve. Sou fã dele há seis anos. Perguntei a ele no Facebook o horário da chegada do Flamengo e ele respondeu, olha! - disse, mostrando a mensagem em que o jogador dizia a ela o horário da saída do avião do Rio. Bahia e Flamengo jogam nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), pela décima rodada do Brasileirão. O apoio ao time de Mano Menezes também será visto na Fonte Nova. A procura por ingressos por parte dos rubro-negros foi grande, e mais mil entradas serão vendidas nesta quarta-feira, a partir das 8h, exclusivamente na bilheteria Sul da Arena Fonte Nova, no Dique do Tororó. O Fla está em 15º, com dez pontos. O Tricolor é quinto, com 16.(globoesporte.com)

terça-feira, 30 de julho de 2013

Na posição certa, Adryan aparece: ‘Outros me colocavam de atacante’

Destaque contra o Botafogo, meia diz que Mano enxerga sua qualidade para jogar na armação e espera mais chances: ‘Preciso de sequência’. O jogo contra o Botafogo foi só o décimo de Adryan na temporada. E é muito representativo para o meia. Isso porque depois de um longo período ele, enfim, foi escalado na posição em que se destacou na base do Flamengo e da seleção brasileira. É na armação que o jogador de 18 anos sente-se à vontade, algo que nos últimos tempos os treinadores do clube insistiam em não perceber. Joel Santana, Dorival Júnior e Jorginho sempre enxergaram no jogador um potencial de atacante de lado, um ponta pela esquerda. Adryan acatou ordens, não rendeu e acabou sem espaço. Nesse domingo, no empate por 1 a 1 com o Alvinegro, entrou no lugar de Gabriel no intervalo e mudou o jogo. Foram dribles, enfiadas de bola e dois chutes na trave. O técnico Mano Menezes gostou e elogiou o jogador após o clássico. Adryan se reencontrou. - Fiquei feliz por jogar numa posição que me deixa à vontade. Gosto de jogar por trás dos volantes adversários. Quando recebia a bola, sempre recebia livre, isso me ajudou bastante. O Mano me colocou na mesma posição que joguei no Mundial sub-17, no México. É ali que gosto de jogar. Mas os outros treinadores me colocavam de atacante, aberto pelos lados. Vou falar que não vou jogar? O que quero é jogar sempre, independentemente da posição, mas me sinto à vontade jogando no meio, com uma referência no ataque, como foi com o Marcelo Moreno contra o Botafogo - disse. Agora que Mano achou sua posição, o meia quer mais oportunidades de jogar. O rendimento no jogo de domingo o satisfez, mas ele garante que ainda não é nada perto do que pode fazer. - Com uma sequência de jogos, posso evoluir, ganhar confiança. Preciso de uma sequência, mas isso quem define é o professor. Estou bastante bem, feliz com a minha atuação. Mas não é nem um pouco do que eu sei que posso dar. Sei que posso dar muito mais do que eu dei. Certeza que com o tempo vou evoluindo. Adryan conta que ele e Mano não chegaram a conversar sobre posicionamento antes do jogo. O treinador percebeu que o rendimento dele nos treinos era melhor como armador. - Vou buscar meu espaço no time titular. Estou me sentindo mais maduro, sei que tenho condição, mas preciso evoluir nos treinos, nos jogos. Sei que tenho muito a melhorar. ESTRÉIA NO MARACANÃ E TRAVES TIRAM O SONO!!! O clássico não terminou para Adryan no apito do árbitro Péricles Bassols Cortez. A noite foi longa, segundo ele. Primeiro pela estreia no Maracanã, palco que frequentava como torcedor ainda criança. - Nem na base eu tinha jogado no Maracanã, nem em amistoso. Fiquei feliz de participar de um jogo oficial no Maracanã, um palco histórico no Rio, no Brasil e no mundo. Cresci vendo jogos do Flamengo ali dentro. Era algo que faltava, jogar com a camisa do Flamengo no Maracanã. Agora, quero um título com o Flamengo. Vou trabalhar para isso. As duas bolas na trave também causaram insônia. - A noite foi longa, para dormir foi um sacrifício. No chute de fora da área, foi muito rápido. Quando o Paulinho escorou para mim, bati, ela resvalou na cabeça de alguém do Botafogo e encobriu o Jefferson. Parece que o tempo parou até ela chegar na trave. O outro lance, dentro da área, estava muito fácil. Acho que perdi porque estava absoluto. Eu bati consciente, o Jefferson ficou só olhando, mas subiu demais. Foi gol perdido mesmo. Desde que foi promovido ao time profissional, no início de 2011, Adryan tenta deixar para trás o rótulo de promessa. O lugar no campo ele parece ter encontrado. Agora, tem de brilhar.(globoesporte.com)