Após sair da casa dos pais aos 13 anos para jogar basquete, pivô usa sua superação para motivar companheiros e sonha em se formar em psicologia. À distância, o pivô Shilton assusta. Seja pelos 105kg de pura massa muscular distribuídos por seus 1,98m de altura, pelos braços cobertos por inúmeras tatuagens ou pela cara de mau com que encara os adversários que ousam penetrar no garrafão do Flamengo. Mas basta uma rápida aproximação e um papo de cinco minutinhos para descobrir que o estereótipo de bad boy, somado ao seu jeitão bronco, não se encaixa no verdadeiro perfil desse matogrossense de Cuiabá. Aos 30 anos, Shilton comeu o pão que o diabo amassou, ou para ser mais exato, muito macarrão com água de chuveiro, para alcançar seus objetivos como jogador de basquete. Os obstáculos não foram poucos, tampouco fáceis de serem superados, mas ele garante que valeu a pena. No entanto, mais importante do que conquistar títulos, passar por todas as seleções de base ou vestir uma camisa de peso como a do Flamengo é poder se olhar no espelho e ter orgulho de servir como exemplo para os filhos Mathias, de cinco anos, e Guilherme, de um ano e nove meses. Mesmo exemplo que ele passa diariamente para Diego, Feliz, Alexandre e Chupeta, promessas do time rubro-negro, que inicia na próxima semana a disputa das quartas de final do NBB, contra o Paulistano. Depois de deixar a casa dos pais em Cuiabá aos 13 anos para jogar basquete na capital paulista, sem receber um tostão sequer, e morar dois anos debaixo das arquibancadas do ginásio do Ibirapuera, Shilton não dá descanso para os jovens companheiros, que veem no camisa 6 a figura de um pai. Eu pego no pé deles mesmo. Quando cheguei em São Paulo para jogar pelo Círculo Militar passei dois anos dormindo numa edícula - uma espécie de quarto minúsculo sem janela e nenhuma ventilação - e comendo miojo com água do chuveiro todos os dias. Quando fui morar debaixo das arquibandas do Ibirapuera, já achei um luxo. Lá pelo menos eu tinha uma cama só para mim. Eles davam escola, transporte e eu ganhava R$30 por mês do meu pai. Minha única diversão era ir para o Parque do Ibirapuera assistir a shows gartuitos. Hoje, o basquete mudou e esses moleques têm toda a estrutura necessária que um atleta precisa para jogar. Por isso, eu cobro deles determinação e foco nos treinos. Eles têm potencial, mas precisam querer mais que os meninos das outras equipes. Sei que tem muito jogador melhor espalhado por aí, mas nenhum deles quer mais do que eu dentro de quadra. Encaro qualquer partida como se fosse um prato de comida - afirmou Shilton. Se o apetite do camisa 6 do Flamengo dentro de quadra está diretamente ligado às barreiras que teve de superar ao longo de 12 anos de carreira, o grau de instrução e o alto nível cultural vêm de berço. Estudioso e fascinado pela leitura desde pequeno, Shilton diz que sempre conviveu bem com a fama de nerd que o acompanhou durante toda a adolescência e revela uma antiga paixão que espera pôr em prática quando aposentar a munhequeira. - Sempre gostei de ler. Adorava os livros de filosofia, mitologia grega, aquelas histórias do Minotauro. Desde a 8ª série quero ser psicólogo. Prestei vestibular e passei na USP, PUC-SP e Mackenzie, mas jogava no Pinheiros, na época, e eles me ofereceram uma bola de estudos na UNIP. Fiz dois anos de psicologia lá e mais um em Campos, mas depois não consegui mais conciliar e tranquei. Quem sabe um dia eu consiga me formar e trabalhar com psicologia no esporte - planeja o jogador do Flamengo. Mais do que respeito pela história de superação do companheiro, as jovens promessas rubro-negras não escondem a admiração por Shilton. Apesar de ser o principal alvo do experiente pivô, Feliz diz que encara as duras críticas e, principalmente, os conselhos como um aprendizado a mais. - Ele pega demais no meu pé, mas é bom saber que tem alguém para chamar nossa atenção. Sei que ele faz isso porque gosta de mim e acredita no meu potencial. Procuro usar o exemplo dele como um estímulo para minha carreira. Como não passamos pelas dificuldades que ele passou, temos que dar ainda mais valor de estar num clube como o Flamengo - disse o pivô de apenas 22 anos. Ao mesmo tempo que as dificuldades do começo da carreira fizeram do jogador uma fortaleza dentro de quadra, elas o transformaram num homem decidido, simples e de bem com a vida. O sorriso escancarado e o bom humor constante desmontam num piscar de olhos o mito do cara bronco e casca grossa que chama atenção nos jogos do Flamengo. - Sou um cara tranquilo e fora de quadra dificilmente você vai me ver bravo, nervoso ou de mau humor. Até engarrafamento eu encaro numa boa. Nada me incomoda, mas quando viro o fio é complicado. Sei que muita gente me acha violento, um jogador de m..., mas apesar de todas as dificuldades que enfrentei, me tornei um jogador de basquete. Saí da casa dos meus pais aos 13 anos atrás de um sonho e consegui realizá-lo. Eu me considero um vencedor - orgulha-se Shilton. Casado há sete anos com Georgia - juntos há 12 - o pivô que ao mesmo tempo se sente culpado quando fala um palavrão em casa na frente de um dos filhos rejeita o rótulo de jogador violento: - Eu jogo duro sim, mas nunca fui violento e não saio por aí dando cotovelada em ninguém dentro de quadra - finalizou o pivô.(globoesporte.com)
sábado, 27 de abril de 2013
Do macarrão com água de chuveiro até o Fla: lições do 'psicólogo' Shilton
Após sair da casa dos pais aos 13 anos para jogar basquete, pivô usa sua superação para motivar companheiros e sonha em se formar em psicologia. À distância, o pivô Shilton assusta. Seja pelos 105kg de pura massa muscular distribuídos por seus 1,98m de altura, pelos braços cobertos por inúmeras tatuagens ou pela cara de mau com que encara os adversários que ousam penetrar no garrafão do Flamengo. Mas basta uma rápida aproximação e um papo de cinco minutinhos para descobrir que o estereótipo de bad boy, somado ao seu jeitão bronco, não se encaixa no verdadeiro perfil desse matogrossense de Cuiabá. Aos 30 anos, Shilton comeu o pão que o diabo amassou, ou para ser mais exato, muito macarrão com água de chuveiro, para alcançar seus objetivos como jogador de basquete. Os obstáculos não foram poucos, tampouco fáceis de serem superados, mas ele garante que valeu a pena. No entanto, mais importante do que conquistar títulos, passar por todas as seleções de base ou vestir uma camisa de peso como a do Flamengo é poder se olhar no espelho e ter orgulho de servir como exemplo para os filhos Mathias, de cinco anos, e Guilherme, de um ano e nove meses. Mesmo exemplo que ele passa diariamente para Diego, Feliz, Alexandre e Chupeta, promessas do time rubro-negro, que inicia na próxima semana a disputa das quartas de final do NBB, contra o Paulistano. Depois de deixar a casa dos pais em Cuiabá aos 13 anos para jogar basquete na capital paulista, sem receber um tostão sequer, e morar dois anos debaixo das arquibancadas do ginásio do Ibirapuera, Shilton não dá descanso para os jovens companheiros, que veem no camisa 6 a figura de um pai. Eu pego no pé deles mesmo. Quando cheguei em São Paulo para jogar pelo Círculo Militar passei dois anos dormindo numa edícula - uma espécie de quarto minúsculo sem janela e nenhuma ventilação - e comendo miojo com água do chuveiro todos os dias. Quando fui morar debaixo das arquibandas do Ibirapuera, já achei um luxo. Lá pelo menos eu tinha uma cama só para mim. Eles davam escola, transporte e eu ganhava R$30 por mês do meu pai. Minha única diversão era ir para o Parque do Ibirapuera assistir a shows gartuitos. Hoje, o basquete mudou e esses moleques têm toda a estrutura necessária que um atleta precisa para jogar. Por isso, eu cobro deles determinação e foco nos treinos. Eles têm potencial, mas precisam querer mais que os meninos das outras equipes. Sei que tem muito jogador melhor espalhado por aí, mas nenhum deles quer mais do que eu dentro de quadra. Encaro qualquer partida como se fosse um prato de comida - afirmou Shilton. Se o apetite do camisa 6 do Flamengo dentro de quadra está diretamente ligado às barreiras que teve de superar ao longo de 12 anos de carreira, o grau de instrução e o alto nível cultural vêm de berço. Estudioso e fascinado pela leitura desde pequeno, Shilton diz que sempre conviveu bem com a fama de nerd que o acompanhou durante toda a adolescência e revela uma antiga paixão que espera pôr em prática quando aposentar a munhequeira. - Sempre gostei de ler. Adorava os livros de filosofia, mitologia grega, aquelas histórias do Minotauro. Desde a 8ª série quero ser psicólogo. Prestei vestibular e passei na USP, PUC-SP e Mackenzie, mas jogava no Pinheiros, na época, e eles me ofereceram uma bola de estudos na UNIP. Fiz dois anos de psicologia lá e mais um em Campos, mas depois não consegui mais conciliar e tranquei. Quem sabe um dia eu consiga me formar e trabalhar com psicologia no esporte - planeja o jogador do Flamengo. Mais do que respeito pela história de superação do companheiro, as jovens promessas rubro-negras não escondem a admiração por Shilton. Apesar de ser o principal alvo do experiente pivô, Feliz diz que encara as duras críticas e, principalmente, os conselhos como um aprendizado a mais. - Ele pega demais no meu pé, mas é bom saber que tem alguém para chamar nossa atenção. Sei que ele faz isso porque gosta de mim e acredita no meu potencial. Procuro usar o exemplo dele como um estímulo para minha carreira. Como não passamos pelas dificuldades que ele passou, temos que dar ainda mais valor de estar num clube como o Flamengo - disse o pivô de apenas 22 anos. Ao mesmo tempo que as dificuldades do começo da carreira fizeram do jogador uma fortaleza dentro de quadra, elas o transformaram num homem decidido, simples e de bem com a vida. O sorriso escancarado e o bom humor constante desmontam num piscar de olhos o mito do cara bronco e casca grossa que chama atenção nos jogos do Flamengo. - Sou um cara tranquilo e fora de quadra dificilmente você vai me ver bravo, nervoso ou de mau humor. Até engarrafamento eu encaro numa boa. Nada me incomoda, mas quando viro o fio é complicado. Sei que muita gente me acha violento, um jogador de m..., mas apesar de todas as dificuldades que enfrentei, me tornei um jogador de basquete. Saí da casa dos meus pais aos 13 anos atrás de um sonho e consegui realizá-lo. Eu me considero um vencedor - orgulha-se Shilton. Casado há sete anos com Georgia - juntos há 12 - o pivô que ao mesmo tempo se sente culpado quando fala um palavrão em casa na frente de um dos filhos rejeita o rótulo de jogador violento: - Eu jogo duro sim, mas nunca fui violento e não saio por aí dando cotovelada em ninguém dentro de quadra - finalizou o pivô.(globoesporte.com)
domingo, 21 de abril de 2013
FLA X FLU - NO NOVO MARACANÃ
PINHEIRAL, CIDADE DO SUL DO ESTADO, SERÁ A SEDE DO FLA MA INTERTEMPORADA
Desejo da comissão técnica é que período de treinos em Pinheiral vá de 6 a 22 de maio. Confirmação depende das datas do duelo pela Copa do Brasil. O Flamengo depende apenas da CBF para anunciar um período de treinamento em Pinheiral, cidade do Sul fluminense, que deve durar do dia 6 a 22 de maio. Com a programação praticamente definida, o clube espera a divulgação das datas do confronto com o Campinense, pela segunda fase da Copa do Brasil, para executar o plano. O desejo rubro-negro é de que a primeira partida seja no dia 1º de maio, em Campina Grande, com a segunda, se necessária, somente no dia 22. As datas serão confirmadas durante a próxima semana. Independentemente dos dias, no entanto, é fato que o elenco realizará um período de treinamentos no CT João Havelange antes da estreia no Campeonato Brasileiro, em 26 de maio, contra o Santos, em Brasília. Enquanto aguarda a confirmação das datas para a viagem, comissão técnica e diretoria começam a traçar, na terça-feira, o planejamento para o restante da temporada. Um encontro entre Jorginho, Paulo Pelaipe, diretor executivo, e Wallim Vasconcellos, vice de futebol, terá como tema principal a chegada de reforços e dispensa de atletas. Está claro que nem todos os jogadores do elenco participarão dos trabalhos em Pinheiral. Nomes como Ibson e Alex Silva, por exemplo, dificilmente rumarão para o Sul do estado e devem disputar o campeonato nacional com camisas de outros clubes. O Flamengo espera ainda contar com cinco reforços. O prazo para chegada dos atletas, por sua vez, é mais longo, e o limite imposto internamente pela diretoria é o começo de julho, quando o Brasileirão volta para valer, já em sua sexta rodada, após a Copa das Confederações.(globoesporte.com)
terça-feira, 16 de abril de 2013
FLAMENGO estuda mandar jogos fora do Rio e pode ficar 70 dias sem atuar 'em casa'
Pelo Brasileiro, clube tem só duas partidas sob mando antes da parada para a Copa das Confederações. Sem Engenhão, há a possibilidade de viagens. Quase dois meses e meio ou, para ser mais exato, 70 dias. Esse é o período que o Flamengo pode ficar distante do torcedor do Rio de Janeiro. Com a eliminação precoce na Taça Rio, o Rubro-Negro se despede do Campeonato Carioca no próximo sábado, diante do Macaé, no Moacyrzão, e um retorno aos gramados em seu estado de origem pode acontecer somente em 6 de julho, contra o Coritiba, pela sexta rodada do Brasileirão. Neste período, o clube tem apenas mais dois compromissos marcados como mandante e a diretoria estuda disputá-los em outras praças. Com a estreia no campeonato nacional marcada para o dia 26 de maio, contra o Santos, no estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, o Fla visita ainda Atlético Paranaense e Criciúma, na terceira e na quinta rodadas, ainda antes da parada para a Copa das Confederações. Com mando diante de Ponte Preta e Náutico, na segunda e na quarta rodadas, uma das opções é aproveitar o fechamento do Engenhão para gerar receitas em cidades com estádios maiores do que Macaé e Volta Redonda e grande presença de torcedor. Além de cotas por conta de convites. Juiz de Fora deve ser uma dessas opções. A diretoria já tinha tentado levar o confronto com o Remo, que acontece nesta quarta, em Volta Redonda, para o interior de Minas Gerais, mas o vice de futebol, Wallim Vasconcellos, disse ter esbarrado na Federação Carioca, que precisa liberar a mudança. Após negar o caso em nota oficial, a Ferj deu o aval, mas o Rubro-Negro já não tinha tempo para mudança, além de ter marcada uma intertemporada em Pinheiral. Com a brecha, a esperança em uma nova aprovação da entidade é grande. Outra opção forte nos bastidores é a utilização de um estádio de Norte e Nordeste, onde a torcida rubro-negra é muito forte. Questionado sobre a possibilidade de viajar pelo país enquanto não retorna ao Maracanã, o vice de marketing, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, se mostrou entusiasta da ideia.
- É claro. Por que não? É óbvio. Sem dúvida nenhuma. Isso está no nosso radar, com toda certeza. Estava vendo o Ba-Vi e é absolutamente emocionante ver 50 mil pessoas em um estádio de futebol com aquela festa, alegria. Essas novas arenas vão trazer um alento para o torcedor, uma motivação extra para que voltem aos estádios. Sou um entusiasta. Após o longo período, uma boa notícia para o torcedor carioca: a tendência é que o Flamengo volte a jogar no Maracanã, sua casa habitual. Fechado desde meados de 2010 para obras com vistas à Copa de 2014, o estádio será reaberto para a disputa da Copa das Confederações. O retorno, porém, depende de um acerto com a empresa vencedora da licitação para gerir o estádio. Além dos cinco jogos do Brasileirão, o Flamengo pode ter ainda ao menos mais um compromisso oficial antes da pausa no calendário do futebol nacional para a competição organizada pela Fifa: contra Campinense ou Sampaio Corrêa, pela segunda fase da Copa do Brasil. Para isso, precisa de pelo menos um empate com o Remo, nesta quarta. Se perder por 1 a 0, a decisão vai para os pênaltis.(glooboesporte.com)
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Jorginho minimiza bronca em Hernane: 'Eu não sou anjo'
Técnico diz que tem total confiança no atacante, que ainda não fez gol sob seu comando: 'O tempo vai mostrar o artilheiro que ele é'. A cena da última quarta-feira foi inesperada. Durante coletivo no Ninho do Urubu, Jorginho abandonou o vocabulário polido, perdeu a paciência com Hernane e se irritou. Diante dos jornalistas, surpreendeu ao xingar na reclamação. - Se não se movimentar, não vai receber a po*** da bola. Se não chegar junto, os caras vão deitar em você. Tem que movimentar, não fica parado. Bota esse corpo firme. É duro. Tem que chegar junto. Toda hora tem que parar para falar contigo, po***!. Nesta sexta-feira, dia de sua entrevista coletiva, o treinador minimizou o episódio e disse que só quer o melhor do camisa 9. Apesar de ser o artilheiro do Carioca com nove gols, o Brocador não marca há cinco partidas. Desde que Jorginho chegou, ele só passou em branco. - A gente tem que ter resultado o tempo todo. Toda especulação, comentário em cima de mudanças que eu faço, de soltar um po***, é impressionante. Qual é o treinador que não fala? Vou ter que dizer “querido, Hernane"?. Ninguém fala assim, gosto muito do Hernane. Uma questão de jogo já virou notícia. Eu não sou anjo, amigos. Sou gente, de carne e osso. Mas sempre querendo o melhor para o Flamengo. Acho natural chamar a atenção do jogador, o tempo vai mostrar com quem eu posso dar uma dura, abraçar, ter uma conversa ao pé do ouvido. É o tempo que nós teremos numa intertemporada. Jorginho diz que entende o momento de Hernane e não vê apenas o atacante em fase difícil. Para o técnico, a questão é de confiança. - Falo para o Hernane: você pode ser um vencedor mesmo se a imprensa ou qualquer pessoa não acreditar em você. Mas jamais será um vencedor se você não acreditar. Ele tem potencial, sabe fazer gol. É um momento difícil que ele e nós estamos passando. Não é o Hernane. Nós não estamos conseguindo fazer gols e estamos tomando. Mas a coisa vai acontecer. Acredito que o tempo vai mostrar o artilheiro que ele é. Quem sabe no próximo jogo? Estou feliz por ele ter voltado. Estava com algumas dores nas costas, talvez até tenha agravado por ele estar para baixo. É bom vê-lo em campo com a equipe. Que possa nos ajudar a trazer um grande resultado no fim de semana - disse Jorginho. No domingo, o Rubro-Negro, já eliminado da Taça Rio, enfrenta o Fluminense em Volta Redonda, às 18h30m, pela sexta rodada. Jorginho ainda busca o Flamengo ideal. Tanto que ainda não conseguiu repetir uma escalação sequer. Em cinco partidas, usou 18 atletas como titulares. O número subirá para 20 no Fla-Flu, já que González e Ramon serão escalados. O treinador justifica as alterações. - Essa mudança de atletas é importante. Não estou pensando no aqui e agora. Preciso pensar mais à frente. A filosofia mudou, a forma de pensar é diferente. Não posso entrar num Brasileiro com problemas. O Flamengo é uma equipe para lutar por objetivos maiores. Estamos num momento de decisão daquilo que queremos. Queremos ter uma intertemporada feliz, alegre. Teremos dois jogos que podem decidir tudo daqui para frente. Depois do Fla-Flu, o Flamengo fará a segunda partida da primeira fase da Copa do Brasil contra o Remo, quarta-feira, às 22h, também em Volta Redonda. Como venceu por 1 a 0, o Rubro-Negro se classifica em caso de empate.(globoesporte.com)
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