quarta-feira, 31 de julho de 2013
Torcida do Flamengo faz a zorra em Salvador: 'A Bahia é assim', diz Felipe
Rubro-negros enchem saguão do aeroporto da capital baiana e incentivam os jogadores para o jogo contra o Bahia, nesta quarta-feira, na Fonte Nova. Eles chegaram de mansinho, cantando baixo, até meio acanhados. Em meia hora, eram cinquenta e aumentaram o volume das músicas. Com mais 30 minutos e o reforço de curiosos, viraram 100. Nem todos estavam vestidos de vermelho e preto, mas bastou o primeiro membro da comissão técnica do Flamengo pisar no saguão do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, para a zorra começar. Na passagem dos jogadores até o ônibus, por volta das 18h, os seguranças do clube e os contratados para auxiliá-los tiveram enorme trabalho. Foram beijos, abraços, cheiros no pescoço, agarrões e até sustos. O técnico Mano Menezes arregalou os olhos quando uma fã histérica saltou diante dele. Depois, sorriu impressionado. Paulo Victor teve o cabelo bagunçado, Paulinho foi agarrado e “forçado” a posar para uma foto. Carlos Eduardo quase teve o casaco arrancado. Marcelo Moreno e Adryan sumiram entre os fãs. Mas nada superou o assédio a Léo Moura, Felipe e Gabriel, os dois últimos criados em Salvador e ex-jogadores de Vitória e Bahia, respectivamente. Felipe foi o mais atencioso com os fãs. Parou no saguão e depois de entrar no ônibus voltou até a porta para distribuir autógrafos e posar para fotos. Sorridente diante de tanto alvoroço, não se surpreendeu e até soltou um palavrão para comentar a recepção fanática.
- A Bahia é assim! Bom para c....!
Gabriel foi um dos últimos a entrar no ônibus e só conseguiu chegar no veículo carregado pelos seguranças. Será a primeira vez que ele enfrentará o ex-clube.
- Uh é Gabriel! Uh é Gabriel - berravam os rubro-negros.
Uma fã era a mais ansiosa para ver Léo Moura. Islana Teixeira, de 16 anos, acompanha o lateral-direito em todas as redes sociais, fez uma faixa para o capitão e exibiu orgulhosa a capinha do telefone celular, que tem a foto do camisa 2. - Quando eu tiver um filho, vai se chamar Leonardo. Só não vai ter o Moura porque não é meu sobrenome (risos). Nas duas últimas vezes em que o Flamengo veio aqui, o Léo não esteve. Sou fã dele há seis anos. Perguntei a ele no Facebook o horário da chegada do Flamengo e ele respondeu, olha! - disse, mostrando a mensagem em que o jogador dizia a ela o horário da saída do avião do Rio. Bahia e Flamengo jogam nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), pela décima rodada do Brasileirão. O apoio ao time de Mano Menezes também será visto na Fonte Nova. A procura por ingressos por parte dos rubro-negros foi grande, e mais mil entradas serão vendidas nesta quarta-feira, a partir das 8h, exclusivamente na bilheteria Sul da Arena Fonte Nova, no Dique do Tororó. O Fla está em 15º, com dez pontos. O Tricolor é quinto, com 16.(globoesporte.com)
terça-feira, 30 de julho de 2013
Na posição certa, Adryan aparece: ‘Outros me colocavam de atacante’
Destaque contra o Botafogo, meia diz que Mano enxerga sua qualidade para jogar na armação e espera mais chances: ‘Preciso de sequência’. O jogo contra o Botafogo foi só o décimo de Adryan na temporada. E é muito representativo para o meia. Isso porque depois de um longo período ele, enfim, foi escalado na posição em que se destacou na base do Flamengo e da seleção brasileira. É na armação que o jogador de 18 anos sente-se à vontade, algo que nos últimos tempos os treinadores do clube insistiam em não perceber. Joel Santana, Dorival Júnior e Jorginho sempre enxergaram no jogador um potencial de atacante de lado, um ponta pela esquerda. Adryan acatou ordens, não rendeu e acabou sem espaço. Nesse domingo, no empate por 1 a 1 com o Alvinegro, entrou no lugar de Gabriel no intervalo e mudou o jogo. Foram dribles, enfiadas de bola e dois chutes na trave. O técnico Mano Menezes gostou e elogiou o jogador após o clássico. Adryan se reencontrou. - Fiquei feliz por jogar numa posição que me deixa à vontade. Gosto de jogar por trás dos volantes adversários. Quando recebia a bola, sempre recebia livre, isso me ajudou bastante. O Mano me colocou na mesma posição que joguei no Mundial sub-17, no México. É ali que gosto de jogar. Mas os outros treinadores me colocavam de atacante, aberto pelos lados. Vou falar que não vou jogar? O que quero é jogar sempre, independentemente da posição, mas me sinto à vontade jogando no meio, com uma referência no ataque, como foi com o Marcelo Moreno contra o Botafogo - disse. Agora que Mano achou sua posição, o meia quer mais oportunidades de jogar. O rendimento no jogo de domingo o satisfez, mas ele garante que ainda não é nada perto do que pode fazer. - Com uma sequência de jogos, posso evoluir, ganhar confiança. Preciso de uma sequência, mas isso quem define é o professor. Estou bastante bem, feliz com a minha atuação. Mas não é nem um pouco do que eu sei que posso dar. Sei que posso dar muito mais do que eu dei. Certeza que com o tempo vou evoluindo. Adryan conta que ele e Mano não chegaram a conversar sobre posicionamento antes do jogo. O treinador percebeu que o rendimento dele nos treinos era melhor como armador. - Vou buscar meu espaço no time titular. Estou me sentindo mais maduro, sei que tenho condição, mas preciso evoluir nos treinos, nos jogos. Sei que tenho muito a melhorar.
ESTRÉIA NO MARACANÃ E TRAVES TIRAM O SONO!!!
O clássico não terminou para Adryan no apito do árbitro Péricles Bassols Cortez. A noite foi longa, segundo ele. Primeiro pela estreia no Maracanã, palco que frequentava como torcedor ainda criança. - Nem na base eu tinha jogado no Maracanã, nem em amistoso. Fiquei feliz de participar de um jogo oficial no Maracanã, um palco histórico no Rio, no Brasil e no mundo. Cresci vendo jogos do Flamengo ali dentro. Era algo que faltava, jogar com a camisa do Flamengo no Maracanã. Agora, quero um título com o Flamengo. Vou trabalhar para isso. As duas bolas na trave também causaram insônia. - A noite foi longa, para dormir foi um sacrifício. No chute de fora da área, foi muito rápido. Quando o Paulinho escorou para mim, bati, ela resvalou na cabeça de alguém do Botafogo e encobriu o Jefferson. Parece que o tempo parou até ela chegar na trave. O outro lance, dentro da área, estava muito fácil. Acho que perdi porque estava absoluto. Eu bati consciente, o Jefferson ficou só olhando, mas subiu demais. Foi gol perdido mesmo. Desde que foi promovido ao time profissional, no início de 2011, Adryan tenta deixar para trás o rótulo de promessa. O lugar no campo ele parece ter encontrado. Agora, tem de brilhar.(globoesporte.com)
domingo, 21 de julho de 2013
Gigante a ser despertado: Mano conta com a 'NAÇÃO' para reeguer o FLAMENGO
Em entrevista exclusiva ao ‘Esporte Espetacular’, técnico fala sobre o desafio no Rubro-Negro, os rumos da carreira e seleção brasileira. Até pouco tempo atrás, Mano Menezes era o técnico da seleção brasileira. Hoje, dirige um Flamengo que tenta voltar aos melhores dias. Nada diferente para um treinador que já assumiu dois grandes clubes do Brasil na Segunda Divisão e os reergueu. - Trabalho de técnico é exatamente esse, né? Quase sempre você é chamado em momentos de dificuldade. E tem que estar preparado para começar um trabalho novo ou dar continuidade a um trabalho que já havia sido iniciado, como é o caso do Flamengo. E é por isso que eu estou aqui nesse momento. Há pouco mais de um mês à frente do Rubro-Negro, Mano dirigiu o time em cinco jogos oficiais, com quatro vitórias e um empate. Neste domingo, ele comanda o time contra o Inter, às 16h, em Caxias do Sul, pela oitava rodada do Brasileirão. Com contrato até o fim de 2014, o treinador acredita que poderá ajudar o clube da Gávea a voltar a viver grandes momentos, assim como contribuiu na passagem pelo Corinthians, atual campeão mundial, e no Grêmio, tirado por ele da Série B. O técnico tem na torcida rubro-negra seu maior trunfo. - Clubes com essa grandeza, com esse apelo popular, com uma verdadeira nação torcendo por eles, podem encurtar esse espaço de recuperação. São verdadeiros gigantes adormecidos, que momentaneamente passam por dificuldades. E, se você começa a fazer a coisa certa, num curto espaço de tempo a resposta vem.(globoesporte.com)
segunda-feira, 15 de julho de 2013
FLAMENGO X VASCO: torcedores rivais dão exemplo no Mané Garrincha
Mesmo misturados em parte da arquibancada, PM de Brasília não registra ocorrências dentro do estádio; Organizada do Vasco provoca confusão fora. O Clássico dos Milhões deste domingo, no Mané Garrincha, em Brasília, trouxe de volta uma cena difícil de se ver nos estádios brasileiros nos últimos anos: torcedores de grandes rivais acompanhando uma partida misturados na arquibancada. Em boa parte da nova arena da capital federal, cruz-maltinos e rubro-negros ficaram lado a lado, como acontecia antigamente no Maracanã, vibrando por seus clubes em clima de paz. De acordo com a Polícia Militar do DF, nenhuma ocorrência de violência foi registrada dentro do estádio. - Foi muito bom em termos de segurança. Todos puderam ver que o clima no estádio estava maravilhoso. Mesmo com as torcidas juntas em toda a parte de baixo, terminamos o jogo sem nenhuma ocorrência. O único registro foi do furto de um celular no anel superior - informou a coronel Hilda Ferreira, comandante do policiamento na partida. Desde o momento da entrada, vascaínos e flamenguistas se misturaram nas filas de acesso ao Mané Garrincha. Naturalmente surgiram provocações, mas nada que quebrasse o clima de paz entre as duas torcidas. Chamou a atenção o grande número de famílias e grupos de amigos formados por torcedores dos dois times que chegavam ao estádio. Alguns cruz-maltinos e rubro-negros aproveitaram até para fazer um churrasco de confraternização no estacionamento. Do lado de dentro, houve uma divisão parcial entre as torcidas. Por precaução, os responsáveis pela segurança decidiram manter o padrão de outros estádios brasileiros e separar vascaínos e flamenguistas na arquibancada superior: metade para cada lado. Porém, no anel inferior e no intermediário, que suportam juntos ceca de 28 mil torcedores, cruz-maltinos e rubro-negros dividiram os mesmos assentos. Ao todo, o clássico atraiu 61.767 torcedores - segundo maior público até o momento no campeonato (o duelo entre Santos e Flamengo, que marcou a despedida de Neymar, também no Mané Garrincha, atraiu 63.501 pessoas). E se nas outras duas partidas que o Flamengo fez no novo Mané Garrincha (contra Santos e Coritiba), os rubro-negros foram ampla maioria nas arquibancadas, diante do Vasco a proporção foi mais equilibrada. A "briga" para saber qual torcida cantava mais alto foi bonita de se ver. Mesmo nos setores mistos, quando uma das torcidas se inflamava e começava a cantar de pé, os rivais observavam sem nenhum tipo de hostilidade, aguardando apenas a vez de responder gritando mais alto. No intervalo do jogo, os corredores do anel inferior ficaram repletos de torcedores com camisas dos dois times, dividindo as filas dos bares em clima de muita paz. Não houve nenhuma tentativa de invasão de campo ou objetos arremessados no gramado. Nos pontos em que estava o cordão de policiais dividindo as torcidas na arquibancada superior também não foi registrado nenhum tipo de confusão entre os dois lados. Com a desvantagem no placar - o Flamengo venceu por 1 a 0 - muitos vascaínos deixaram o estádio antes de terminar a partida. No entanto, mesmo aqueles que aguardaram para sair somente após o apito final foram embora com tranquilidade.
PROBLEMA DO LADO DE FORA
O único caso de violência registrado pela reportagem do GLOBOESPORTE.COM ocorreu do lado de fora do estádio, envolvendo uma das torcidas organizadas do Vasco. Integrantes de uma mesma uniformizada entraram em confronto próximo ao portão de entrada cerca de duas horas antes do início da partida. O clima ficou tenso e a polícia precisou usar bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta para apartar a confusão. - Foi um caso isolado. Aparentemente, já estavam predispostos a brigar. Ao que tudo indica, a confusão foi por conta de uma rixa entre diretorias da mesma torcida. Dois integrantes foram detidos - informou o capitão da PM, Mário César Santos, responsável pela escolta da organizada do Vasco. Segundo a polícia, não houve nenhum registro de confronto entre as organizadas dos dois times. Seguindo plano previamente estabelecido, os grupos foram acompanhados desde os locais de concentração até o estádio e entraram por portões diferentes. Também houve monitoramento das uniformizadas dentro da arena e na saída. Ao todo, cerca de 1.500 policiais trabalharam na operação (700 no estádio). Houve também o apoio de aproximadamente 500 seguranças particulares contratados pela organização do jogo.(globoesporte.com)
sexta-feira, 12 de julho de 2013
FLAMENGO assina contrato válido até dezembro para jogar no Maracanã
Sem divulgar detalhes do 'acordo-teste', clube firma compromisso por seis meses. Rubro-Negro volta ao estádio contra o Botafogo, no dia 28 de julho. O Flamengo é o segundo clube a fechar um acordo com o Complexo Maracanã Entretenimento S.A, que administrará o Maracanã. Depois do acerto com o Fluminense, foi a vez de os rubro-negros anunciarem o desfecho positivo na negociação. O contrato válido apenas até o fim deste ano - o Tricolor havia acertado por 35 anos - foi assinado na tarde desta sexta, na Gávea, pelo presidente do Rubro-Negro, Eduardo Bandeira de Mello, e pelo presidente do consórcio que administra o estádio, João Borba. A volta do Flamengo ao Maracanã acontecerá no dia 28 de julho, no clássico diante do Botafogo. A negociação, que se arrastou durante semanas, foi concluída nesta sexta. As duas partes informaram que se trata de um contrato-teste, para avaliar o funcionamento antes da assinatura de um compromisso longo. Por isso, o clube e o consórcio afirmaram que há uma cláusula de confidencialidade que impede a divulgação de detalhes do acordo. - Fechamos um contrato de seis meses e vamos testar este modelo. As duas partes estão felizes. Não tenha dúvida de que podemos dizer que o Maraca é nosso. Não nos sentimos inquilinos. Hoje temos condições melhores do que antes. Temos que encher o estádio. Esses seis meses serão perfeitos para fazermos uma avaliação melhor - disse o vice-presidente de finanças do Flamengo, Rodrigo Tostes. O acordo também foi comemorado pelo presidente do consórcio que vai administrar o Maracanã até 2048, João Borba. - Um grande clássico tem que ter um pontapé inicial. Esse contrato tem maleabilidades que permitem às partes alavancar outros contratos. Não temos um modelo fechado, e as cláusulas são confidenciais. O Fluminense fez um contrato definitivo, de 35 anos. O contrato com o Flamengo foi bom para todas as partes. Os dirigentes rubro-negros avisaram que está mantido o acordo anunciado para a disputa de cinco partidas em Brasília, sendo o primeiro desta série o clássico do próximo domingo, contra o Vasco. Ao contrário do Flamengo, o Fluminense divulgou detalhes do contrato no momento da assinatura, na última quarta-feira. No caso do Tricolor, o clube terá direito à renda de 43 mil ingressos em todos os jogos nos setores localizados atrás dos gols nos próximos 35 anos. O restante, como camarotes e área vip, ficará com o concessionário. Outro que negocia para mandar jogos no local é o Botafogo, que só terá o Engenhão de volta no início de 2015.(GLOBOESPORTE.COM)
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