segunda-feira, 12 de agosto de 2013
UMA VISÃO GERAL DA 4.ª FEIJOADA EM COMEMORAÇÃO AOS 4 ANOS DE FUNDAÇÃO DA FLAJARAGUÁ
EDITORIAL!
Foi realizado no sábado dia 10 de agosto, nas dependências do salão da Igreja Apóstolo Paulo, no bairro Vila Lenzi, a 4.ª EDIÇÃO - FEIJOADA DA FLAJARAGUÁ, em comemoração aos 4 anos de fundação da associação. Em um dia nublado e frio, dia típico para saborear uma deliciosa feijoada, prepara pelos feijoeiros MÁRIO&PEDROTTI, foi servido mais de 200 pratos. Em um dia de rever muitos amigos e amigas, sócios e amigos simpatizantes da "CAUSA NOBRE", que é o belo trabalho que a equipe da FLAJRAGUÁ, se submete-se a fazer em benefícios de uma bela causa. Neste evento além de arrecadar 1 kg. de alimento não perecível para a Rede Feminina de Combate ao Cancer, os participantes que se deliciaram desta bela feijoada, receberam em ,mãos de um cupom para escolher a ENTIDADE BENEFICENTE, que vai receber da Flajaraguá, uma "CADEIRA DE RODAS", e a entidade escolhida por mais de 70% dos votos foi a CASA LAR DOS IDOSOS, ao qual será entregue no dia 13/08(terça-feira), a diretoria da Flajaraguá, agradece as pessoas envolvidas no projeto, meta que com certeza, sem eles, não teria alcançado, os nosso sinceros agradecimentos, muito obrigado!!!
Elemento surpresa: Elias tem sua melhor média de gols no Brasileirão
Números do volante superam os alcançados nas edições de 2009 e 2010 pelo Corinthians. No Fla, tem a segunda melhor média de gols da carreira. O torcedor mais desligado pode até se confundir sobre a posição de Elias ao vê-lo em campo. Ora volante, ora meia, ora atacante. Impressiona a capacidade do jogador de estar em todas as partes do gramado. Eficiente na defesa e no ataque, o camisa 8 é destaque absoluto do Flamengo. Estável, competente e goleador. Com três gols no Brasileirão, divide a artilharia rubro-negra com Hernane. Em 32 partidas no ano, marcou seis vezes. A média de gols do camisa 8 nesta edição do campeonato já é melhor que as alcançadas nas duas participações dele pelo Corinthians. Em 2009, disputou 31 jogos e fez três (média de 0,09 por jogo). No ano seguinte, foram 33 partidas e sete gols marcados (média de 0,21). A média no nacional de 2013 é de 0,23. Em 13 jogos na competição, três gols. Elias esteve em campo em todas as partidas do Flamengo no Brasileirão. O bom momento do volante não surpreende Mano Menezes, com quem o camisa 8 trabalhou no clube paulista e na Seleção. Na avaliação do treinador, o jogador já voltou aos seus melhores dias. - Elias está sendo o jogador mais estável em termos de atuações. Sempre teve essa condição de chegar na frente com muita facilidade, às vezes até seguramos um pouco, não é tão saudável para o contexto geral. Primeiro porque acaba a surpresa e segundo porque sai da formação de meio e desguarnece o setor. Sem contar o Fla-Flu, partida em que escalou dois volantes (Luiz Antonio e Elias) e dois meias (André Santos e Gabriel), Mano optou nas partidas anteriores por uma formação com três volantes. Ao lado de Cáceres e Luiz Antonio, Elias ganhou ainda mais liberdade para chegar ao ataque.
- Elias cresceu com essa formação. Foi por isso que escolhi. Sabe a hora de chegar na frente. No Flamengo, Elias tem a segunda melhor média de gols da carreira, somados gols de todas as competições. Os números só não superam aqueles que ele conseguiu na apagada passagem pelo Atlético de Madrid, em 2011. Na Espanha, foram 18 jogos e quatro gols marcados, média de 0,22 por partida. No Rubro-Negro, ela é de 0,18.(globoesporte.com)
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
EM OUTRO PATAMAR: FLAMENGO ACUMULA MELHORES PÚBLICOS DO BRTASILEIRÃO!!!(alguem ainda tem dúvidas?)
Jogos contra Santos, Vasco, Coritiba e Botafogo foram as maiores bilheterias do campeonato. Rubro-negro ocupa 12º lugar na tabela, com 13 pontos. Duas mudanças de técnico, onze jogos e apenas três vitórias. Com 39,4% de aproveitamento, ocupando apenas o 12º lugar no campeonato brasileiro com 13 pontos, o Flamengo ainda não experimentou a liderança, no entanto, ocupa um outro importante topo, mas fora dos gramados. Os quatro maiores públicos pagantes do Brasileirão foram em jogos do Rubro-negro. Apenas um desses jogos foi no Rio de Janeiro, no Maracanã, contra o Botafogo, e teve um público de 38.853. Os outros três foram no Mané Garrincha, em Brasília. (Veja na tabela abaixo). Para o jornalista do jornal O Globo, Carlos Eduardo Mansur, jogar no Mané Garrincha é um patrimônio importante para o Flamengo, mas jogar no Rio, ao lado da torcida, não deve ser deixado em segundo plano. - É um patrimônio do clube, mas que tem que usar com moderação. Você expor o jogador a viagens mais longas e, também, tem a questão da identidade. O Flamengo é um time do Rio e hoje já temos o Maracanã. O Flamengo deve, na medida do possível, priorizar o Maracanã. O normal, natural e aceitável é que o Flamengo volte a jogar no Maracanã. No último domingo, na vitória por 3 a 0 contra o Atlético-MG, no Mané Garrincha, o time carioca teve seu pior público pagante em partida realizadas em Brasília, com 31.548 torcedores. Na sequência do Brasileirão, o Flamengo enfrenta a Portuguesa, nesta quarta-feira, às 21h, também em Brasília. No domingo, encara o Fluminense, às 16h, no Maracanã.(globoesporte.com)
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Torcida do Flamengo faz a zorra em Salvador: 'A Bahia é assim', diz Felipe
Rubro-negros enchem saguão do aeroporto da capital baiana e incentivam os jogadores para o jogo contra o Bahia, nesta quarta-feira, na Fonte Nova. Eles chegaram de mansinho, cantando baixo, até meio acanhados. Em meia hora, eram cinquenta e aumentaram o volume das músicas. Com mais 30 minutos e o reforço de curiosos, viraram 100. Nem todos estavam vestidos de vermelho e preto, mas bastou o primeiro membro da comissão técnica do Flamengo pisar no saguão do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, para a zorra começar. Na passagem dos jogadores até o ônibus, por volta das 18h, os seguranças do clube e os contratados para auxiliá-los tiveram enorme trabalho. Foram beijos, abraços, cheiros no pescoço, agarrões e até sustos. O técnico Mano Menezes arregalou os olhos quando uma fã histérica saltou diante dele. Depois, sorriu impressionado. Paulo Victor teve o cabelo bagunçado, Paulinho foi agarrado e “forçado” a posar para uma foto. Carlos Eduardo quase teve o casaco arrancado. Marcelo Moreno e Adryan sumiram entre os fãs. Mas nada superou o assédio a Léo Moura, Felipe e Gabriel, os dois últimos criados em Salvador e ex-jogadores de Vitória e Bahia, respectivamente. Felipe foi o mais atencioso com os fãs. Parou no saguão e depois de entrar no ônibus voltou até a porta para distribuir autógrafos e posar para fotos. Sorridente diante de tanto alvoroço, não se surpreendeu e até soltou um palavrão para comentar a recepção fanática.
- A Bahia é assim! Bom para c....!
Gabriel foi um dos últimos a entrar no ônibus e só conseguiu chegar no veículo carregado pelos seguranças. Será a primeira vez que ele enfrentará o ex-clube.
- Uh é Gabriel! Uh é Gabriel - berravam os rubro-negros.
Uma fã era a mais ansiosa para ver Léo Moura. Islana Teixeira, de 16 anos, acompanha o lateral-direito em todas as redes sociais, fez uma faixa para o capitão e exibiu orgulhosa a capinha do telefone celular, que tem a foto do camisa 2. - Quando eu tiver um filho, vai se chamar Leonardo. Só não vai ter o Moura porque não é meu sobrenome (risos). Nas duas últimas vezes em que o Flamengo veio aqui, o Léo não esteve. Sou fã dele há seis anos. Perguntei a ele no Facebook o horário da chegada do Flamengo e ele respondeu, olha! - disse, mostrando a mensagem em que o jogador dizia a ela o horário da saída do avião do Rio. Bahia e Flamengo jogam nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), pela décima rodada do Brasileirão. O apoio ao time de Mano Menezes também será visto na Fonte Nova. A procura por ingressos por parte dos rubro-negros foi grande, e mais mil entradas serão vendidas nesta quarta-feira, a partir das 8h, exclusivamente na bilheteria Sul da Arena Fonte Nova, no Dique do Tororó. O Fla está em 15º, com dez pontos. O Tricolor é quinto, com 16.(globoesporte.com)
terça-feira, 30 de julho de 2013
Na posição certa, Adryan aparece: ‘Outros me colocavam de atacante’
Destaque contra o Botafogo, meia diz que Mano enxerga sua qualidade para jogar na armação e espera mais chances: ‘Preciso de sequência’. O jogo contra o Botafogo foi só o décimo de Adryan na temporada. E é muito representativo para o meia. Isso porque depois de um longo período ele, enfim, foi escalado na posição em que se destacou na base do Flamengo e da seleção brasileira. É na armação que o jogador de 18 anos sente-se à vontade, algo que nos últimos tempos os treinadores do clube insistiam em não perceber. Joel Santana, Dorival Júnior e Jorginho sempre enxergaram no jogador um potencial de atacante de lado, um ponta pela esquerda. Adryan acatou ordens, não rendeu e acabou sem espaço. Nesse domingo, no empate por 1 a 1 com o Alvinegro, entrou no lugar de Gabriel no intervalo e mudou o jogo. Foram dribles, enfiadas de bola e dois chutes na trave. O técnico Mano Menezes gostou e elogiou o jogador após o clássico. Adryan se reencontrou. - Fiquei feliz por jogar numa posição que me deixa à vontade. Gosto de jogar por trás dos volantes adversários. Quando recebia a bola, sempre recebia livre, isso me ajudou bastante. O Mano me colocou na mesma posição que joguei no Mundial sub-17, no México. É ali que gosto de jogar. Mas os outros treinadores me colocavam de atacante, aberto pelos lados. Vou falar que não vou jogar? O que quero é jogar sempre, independentemente da posição, mas me sinto à vontade jogando no meio, com uma referência no ataque, como foi com o Marcelo Moreno contra o Botafogo - disse. Agora que Mano achou sua posição, o meia quer mais oportunidades de jogar. O rendimento no jogo de domingo o satisfez, mas ele garante que ainda não é nada perto do que pode fazer. - Com uma sequência de jogos, posso evoluir, ganhar confiança. Preciso de uma sequência, mas isso quem define é o professor. Estou bastante bem, feliz com a minha atuação. Mas não é nem um pouco do que eu sei que posso dar. Sei que posso dar muito mais do que eu dei. Certeza que com o tempo vou evoluindo. Adryan conta que ele e Mano não chegaram a conversar sobre posicionamento antes do jogo. O treinador percebeu que o rendimento dele nos treinos era melhor como armador. - Vou buscar meu espaço no time titular. Estou me sentindo mais maduro, sei que tenho condição, mas preciso evoluir nos treinos, nos jogos. Sei que tenho muito a melhorar.
ESTRÉIA NO MARACANÃ E TRAVES TIRAM O SONO!!!
O clássico não terminou para Adryan no apito do árbitro Péricles Bassols Cortez. A noite foi longa, segundo ele. Primeiro pela estreia no Maracanã, palco que frequentava como torcedor ainda criança. - Nem na base eu tinha jogado no Maracanã, nem em amistoso. Fiquei feliz de participar de um jogo oficial no Maracanã, um palco histórico no Rio, no Brasil e no mundo. Cresci vendo jogos do Flamengo ali dentro. Era algo que faltava, jogar com a camisa do Flamengo no Maracanã. Agora, quero um título com o Flamengo. Vou trabalhar para isso. As duas bolas na trave também causaram insônia. - A noite foi longa, para dormir foi um sacrifício. No chute de fora da área, foi muito rápido. Quando o Paulinho escorou para mim, bati, ela resvalou na cabeça de alguém do Botafogo e encobriu o Jefferson. Parece que o tempo parou até ela chegar na trave. O outro lance, dentro da área, estava muito fácil. Acho que perdi porque estava absoluto. Eu bati consciente, o Jefferson ficou só olhando, mas subiu demais. Foi gol perdido mesmo. Desde que foi promovido ao time profissional, no início de 2011, Adryan tenta deixar para trás o rótulo de promessa. O lugar no campo ele parece ter encontrado. Agora, tem de brilhar.(globoesporte.com)
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