terça-feira, 12 de abril de 2016

ELES TENTAM, MAS, SEMPRE APANHAM DE TANTO TENTAR!

O time com maior torcida do Brasil é o Flamengo. O time mais odiado do Brasil é o Corinthians. Essas constatações fazem parte de pesquisa realizada pelo Paraná Pesquisas a pedido do GloboEsporte.com. Trata-se da primeira pesquisa sobre o assunto feita por esse instituto. As respostas eram espontâneas. Duas perguntas foram feitas pessoalmente a 4.066 entrevistados com mais de 16 anos entre março e abril deste ano, em 214 municípios de 24 estados: "Para qual time você torce?" e "Qual é o time que você mais odeia?" A amostra atinge um grau de confiança de 95% para uma margem de erro de 1,5%. As respostas para a primeira pergunta seguem a tendência das últimas pesquisas de tamanho de torcida, com Flamengo (16,5%), Corinthians (13,6%) e São Paulo (7,9%) no pódio, seguidos por Palmeiras (5,6%) e Vasco (4,5%). A partir daí, os resultados divergem - o que é natural, já que são institutos diferentes, com metodologias diferentes. Info CLUBES MAIS AMADOS (Foto: infoesporte)Info CLUBES MAIS ODIADOS (Foto: infoesporte) Nesta pesquisa, o Cruzeiro aparece em sexto lugar, com 4% da torcida, seguido de Grêmio (3,3%), Santos (3,2%), Atlético-MG (2,8%) e Internacional (2,6%). O primeiro clube fora do eixo Rio-São Paulo-Porto Alegre-Belo Horizonte é o Bahia, com 1,8%. Está à frente de Botafogo (1,8%), Fluminense (1,6%) e Sport (1,5)%. Outros clubes foram citados por 10% dos entrevistados. Nenhum time estrangeiro foi citado. A novidade desta pesquisa é o índice de rejeição de cada clube. E o Corinthians surgiu como o time mais odiado do país, com 14,6% das respostas, uma ampla vantagem para Flamengo (8,6%), Vasco (5,9%), Palmeiras (5,3%) e São Paulo (3,2%). Depois aparecem Atlético-MG (1,9%) e Cruzeiro (1,6%) em empate técnico, assim como Internacional (1,6%) e Grêmio (1,4%). Chama atenção o que pode ser entendido como desinteresse do brasileiro por futebol ou, pelo menos, pelos times de futebol. A resposta mais citada para a pergunta "por que time você torce" foi "por time nenhum", com 19,4%. Ao mesmo tempo, a pergunta "qual o time que você mais odeia" teve como resposta mais citada "gosto de todos os times", com 46,9% das respostas - que também eram espontâneas.(globoesporte.com)

quarta-feira, 6 de abril de 2016

CARTA ABERTA! A Flajaraguá, vem à público, colocar a sociedade jaraguaense e a sociedade schroedense e aos cidadãos, comunica que este ano a realização da 7 edição do evento POLENTA RECHEADA COM GALINHA CAIPIRA da Flajaraguá, será BENEFICENTE AO MENINO BENÍCIO LUIZ MOHR, da cidade de Schroeder(que necessita de cirurgia de TRAQUEOPLASTIA), a polenta terá o valor de R$ 20,00 o cartão, após o pagamento da produção da polenta pelo cozinheiro PEDROTTI, a renda será revertida a CAUSA NOBRE, à partir de sexta-feira dia 08 de abril, já estaremos disponíveis com a venda dos cartões polenta, solicitamos aos associados e aos amigos, que compartilhem esta mensagem e que possamos atingir os objetivos da campanha em prol do menino BENÍCIO LUIZ MOHR! 7 POLENTA RECHEADA COM GALINHA CAIPIRA DIA 21 DE MAIO(sábado) - ÀS 19 HORAS LOCAL> SOCIEDADE JOÃO PESSOA(recreativa) PREÇO DO CARTÃO> R$ 20,00(leve 1 litro de leite, que será doado ao Grupo SOL Solidariedade, que faz um belo trabalho com crianças com câncer), contamos com vc associado e amigos da Flajaraguá.

quinta-feira, 31 de março de 2016

FLAMENGO, o clube tem hoje a melhor gestão financeira!

Rubro-Negro divulgou o balanço financeiro referente ao exercício de 2015 e os resultados foram extremamente positivos. Com controle orçamentário equilibrado, clube carioca torna-se exemplo no país. O Flamengo acaba de publicar seu balanço financeiro referente ao exercício de 2015 e os resultados foram extremamente positivos. O clube encerrou o ano passado com uma receita total de R$ 356 milhões, um aumento de 3% na comparação com o ano anterior. Desde 2012 o aumento do faturamento foi de 68%, quando gerou R$ 212 milhões. O que mais chamou a atenção nos dados financeiros foi o superávit altíssimo de R$ 130,4 milhões. O melhor resultado já alcançado por um clube brasileiro. Nos últimos dois anos o clube da Gávea somou ganhos de R$ 195 milhões. Somente como exemplo em 2014 os 20 maiores clubes brasileiros encerraram o ano com perdas de -598 milhões e em dois anos acumular déficits de mais de R$ -1 bilhão.
Um dos principais motivos para esse excelente resultado foi o controle orçamentário do clube, que mesmo sendo o que mais fatura no Brasil, não está com seus custos descontrolados. Em 2015 os custos com futebol do Flamengo foram de R$ 147 milhões, frente aos R$ 170 milhões de 2014. De forma única no Brasil um clube vem conseguindo controlar seus custos, mesmo com aumento de receitas. Nunca os custos com futebol representaram tão pouco do faturamento do clube. O equilíbrio é fundamental para os planos de redução do endividamento e saúde financeira do Flamengo. Um ponto muito positivo foi a redução da dívida do clube, que embora seja alta, vem sendo reduzida de forma constante e austera. Segundo o balanço do Flamengo sua dívida em 2015 foi de R$ 579 milhões, uma redução de 28% na comparação com 2012 quando em seu pior momento financeiro a dívida alcançou R$ 805 milhões. O indicador muito útil e que analisa a relação dívida/receita total mostra essa melhora incontestável. Em 2012 o índice era de 3,79 e em 2015 atingiu o menor valor da história do clube, chegando a 1,63. O Flamengo pode ser considerado um modelo de gestão financeira para o futebol brasileiro pois mantem firme em sua administração o tripé: Busca de novas receitas, controle efetivo dos custos e redução constante das dívidas. E esses excelentes resultados financeiros em um ambiente de crise, com clubes grandes gastando o que tem e o que não tem para tentar ganhar algum título. Por isso é fundamental termos uma regulação efetiva das finanças dos clubes, para que o modelo praticado pelo Flamengo seja regra e não mais exceção.(Amir Somoggi - LANCE)

terça-feira, 29 de março de 2016

LACRES DE LATINHA, AJUDAM NA DOAÇÃO DE CADEIRAS DE RODAS!

Campanha doa 67 cadeiras de rodas obtidas através de lacres de latinhas. As cadeiras de rodas e outros itens que proporcionam acessibilidade a pessoas com deficiência são adquiridas por meio do valor arrecadado com a venda de lacres. Você sempre ouviu falar que os lacres de latinhas de alumínio podem ser trocados por cadeiras de rodas, mas duvidava que isso fosse realidade? Essa troca não é mentira. Os materiais recicláveis podem mesmo ser trocados por cadeiras de rodas e outros itens reciclados. A campanha “Eu ajudo na Lata”, criada pela Unimed do Brasil – é prova disso. Realizada pelo terceiro ano consecutivo, a iniciativa compõe os programas da área de Sustentabilidade da cooperativa e já conseguiu ajudar a muitas instituições e pessoas necessitadas, apenas com a coleta dos lacres. As cadeiras de rodas e outros itens que proporcionam acessibilidade a pessoas com deficiência são adquiridas por meio do valor arrecadado com a venda de lacres de latinhas de alumínio, coletadas pelos colaboradores, cooperados, fornecedores, parceiros e comunidades das cooperativas que compõem o Sistema Unimed. Este ano, as Unimeds que participaram da iniciativa arrecadaram mais de 25 milhões destes lacres, o que possibilitou, até o momento, a compra de 67 cadeiras de rodas e outros itens, doados a instituições e pessoas com necessidades especiais. Nas três edições da campanha, a arrecadação cresceu 68% em comparação ao ano anterior e 320% em relação ao primeiro ano. “Além de beneficiar a população que está recebendo esse material, esta ação reforça o engajamento e o empenho das cooperativas do Sistema Unimed em ações solidárias”, afirma Edevard José de Araújo, diretor de Marketing e Desenvolvimento da Unimed do Brasil.As doações foram feitas a projetos de diversos estados brasileiros, atendendo desde crianças com deficiências até lares de idosos.

Flamengo acerta renovação de contrato do Brasileiro com a Globo!

A diretoria do Fla acertou com a Globo valores para a renovação do contrato de televisão do Brasileiro de 2019 a 2024. Ainda há uma discussão entre dirigentes das duas partes sobre cláusulas do acordo e sobre placas. Quando estiver tudo fechado, o compromisso terá de ser levado ao Conselho Deliberativo rubro-negro para ser votado pelo montante e pelo tempo envolvido. Isso deve acontecer durante o mês de abril. O Flamengo aceitou a mudança de divisão de cotas para TV Aberta e TV Fechada que agora passa a ter três fatias: igualitária, premiação e exposição. Isso porque o clube continuará a ganhar mais no Pay-Per-view e terá luvas superiores aos outros. Assim, pelas contas rubro-negras, será mantida a vantagem sobre rivais. Ao se acertar com a Globo, o clube da Gávea descarta a proposta feita pelo Esporte Interativo para a TV Fechada do Brasileiro, de 2019 a 2024. O clube chegou a negociar com o canal da Turner, embora sempre tenha estado mais próximo da emissora carioca. A proposta da Globo para o Flamengo foi de R$ 1,1 bilhão pelos direitos de TV Aberta e Fechada, considerados o total dado aos 20 clubes. Esse valor é similar ao dos outros. A divisão é de 40% igual, 30% por premiação por posição no Brasileiro, e 30% por exibição. A diferença está na garantia dada ao clube de manter-se com seu percentual superior do pay-per-view que hoje é de 16% do total. Só isso renderia R$ 80 milhões pelo patamar mínimo. A expectativa rubro-negra é de ficar com cerca de 10% do bolo total, incluído fechada, aberta, pay-per-view e placas. Seria o mesmo percentual atual. Dirigentes rubro-negros pretendem divulgar o valor das luvas que receberão da emissora carioca. Embora mantenham o montante em segredo, internamente, é dito que o total vai superar montantes pagos a São Paulo e Grêmio, entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões. Pelo acordo proposto pela Globo, as luvas são pagas apenas cinco dias após a assinatura do contrato. Isso significa que o Flamengo pode ter uma injeção considerável de dinheiro em abril ou maio, isto é, logo após a aprovação no Conselho Deliberativo. O mesmo ocorreu com outros times. Esse dinheiro servirá para amenizar as perdas de dinheiro com patrocinadores e com bilheteria no ano de 2016. Além disso, poderá representar recursos para o futebol em um momento de crise técnica com derrotas para times pequenos. Isso vai depender de como os cartolas pretendem aplicar os valores.(Fonte: Blog Rodrigo Mattos)