quarta-feira, 8 de abril de 2015

Flamengo sai na frente e dá exemplo na questão da responsabilidade fiscal!

O Clube de Regatas do Flamengo deu um passo importante ontem rumo ao futuro – o Conselho Deliberativo aprovou ontem à noite sua própria versão da Lei de Responsabilidade Fiscal, com a inclusão de emendas ao Estatuto do Clube cobrindo os principais pontos que buscam garantir gestões mais sadias, responsáveis e transparentes. As novas medidas valorizam ainda mais a função e a importância dos conselheiros do clube, um efeito bastante positivo e muito útil. Os principais pontos abordados foram: - punição a dirigentes; - mudanças no orçamento anual do clube; - medidas práticas para garantir transparência de gestão durante todo o exercício. Dirigentes: punição institucional e patrimonial Quem praticar de forma deliberada e sistemática a sonegação de tributos ou apropriação indébita estará sujeito estará sujeito à perda do mandato e à inelegibilidade por período variável entre 5 e 15 anos – esse item é parte do conjunto de normas determinadas, por enquanto, pela MP 671. O Estatuto do Clube também determina, a partir de agora, que todo dirigente que “causar prejuízos e atos lesivos ao patrimônio e à imagem do Flamengo pode responder com bens particulares, mesmo após o término dos mandatos”. Para o apaixonado pelo clube a perda de mandato e a inelegibilidade são penas fortes, humilhantes, mas, verdade seja dita, não se comparam ao risco de perda de patrimônio. Esse é, em minha opinião, um dos pontos básicos e centrais do texto da MP 671 e também dessa mudança estatutária feita pelo Flamengo. Comprometimento com metas e resultados Esse é um ponto importante e que muitas vezes não é percebido pelo cidadão: bonitos discursos e promessas não são cumpridos e isso só é descoberto quando é muito tarde. Para impedir que isso aconteça, uma das mudanças no Estatuto rubro-negra determina que o “orçamento passa a prever limitação de despesas, avaliação de metas, metodologias de cálculos, prospecções, além de relatórios de acompanhamento da execução”. Transparência de gestão Clubes bem administrados e com bons balanços (ainda uma raridade como vemos ano a ano quando sai a “safra de balanços”) têm um razoável índice de transparência. Que é pouco, entretanto, e só é percebido uma vez a cada 12 meses. Adequando-se ao texto legal ora em tramitação nas duas casas parlamentares, o estatuto do Flamengo determina que a partir de agora os “balancetes trimestrais e sua comparação com o orçamento passam a ser obrigatórios, assim como sua divulgação e das demonstrações contábeis e financeiras, pareceres etc.” Atualmente, o Flamengo é um dos pouquíssimos clubes brasileiros que seguem essa prática básica de transparência e prestação de contas à sua comunidade e à sociedade. Doravante, ela passa a ser obrigatória estatutariamente, não mais sujeita ao capricho de um dirigente. Venho batendo na tecla da importância e das repercussões da MP 671 e, inicialmente, da Lei de Responsabilidade Fiscal no Esporte. Continuo acreditando que sua entrada em vigor deverá provocar transformações profundas em nosso futebol, principalmente pelo rebaixamento dos não cumpridores do acordo e pela responsabilização patrimonial dos dirigentes dos clubes. Os 225 conselheiros presentes à sessão de ontem do Conselho Deliberativo do Flamengo parecem ter a mesma crença, associada ao desejo real de mudança no clube. Não foi por acaso que as mudanças propostas foram aprovadas por unanimidade. Um recado ao Congresso Nacional Essa votação foi, para mim, um recado muito claro aos parlamentares brasileiros, quer na Câmara dos Deputados, quer no Senado da República. A MP 671 está com eles para discussão e mudanças, antes de voltar para a Presidência da República. Sabemos que, como sempre, há parlamentares atuando a favor de mudanças que tornem o texto legal menos duro, algo que, se vier a ser aprovado, simplesmente jogará por terra qualquer tentativa de real moralização de nosso principal esporte. Essas tentativas de “flexibilização” da lei não são, nunca serão a favor dos clubes, a favor das instituições e sua perenidade. Serão sempre, apenas e tão somente, a favor de maus dirigentes e contra os torcedores e amantes do futebol. Contra a sociedade e contra o país, simplesmente. Portanto, senhores parlamentares, não percam de vista a votação de ontem na Gávea. Ela foi um exemplo e uma sinalização muito clara do que deve ser feito. Post scriptum Sim, esse post tem um caráter muito pessoal e opinativo, talvez mais que o normal. Vivemos um momento, porém, tanto no futebol, como na Nação, em que mudanças significativas estão em curso e nada melhor do que adotarmos, todos nós, posicionamentos bem claros sobre como enxergamos a realidade e o que queremos para o futuro.(globoesporte.com)

sexta-feira, 3 de abril de 2015

FLAMENGO X FLUMINENSE - SENSACIONAL!

Desde pequeno sou apaixonado pelo Flamengo, assim como a maioria dos leitores desse texto. E, quando pequeno, sonhava, quase que diariamente, no dia que “ficaria grande” e jogaria pelo clube rubro-negro. Obviamente era só sonho. O dom de jogar futebol que cabia a mim, Deus deu pra outro. Esse plano acabou se desfazendo rapidamente. Mas também aprendi, bem novo, que a torcida do Flamengo entra em campo com o time e é capaz de ganhar jogos apenas pela sua magnitude e força. Era o meu sonho se tornando realidade. Já que para jogar eu não tinha habilidade, o Mais Querido contaria com a minha voz nas arquibancadas, empurrando como fosse possível o time pra frente. E de todos os adversários que eu gostava de enfrentar, o Fluminense sempre foi especial. Primeiro porque a minha família é dividida entre rubro-negros e tricolores. Vencer esse clássico é subsidio para uma semana inteira de brincadeiras com mãe, irmã e esposa. Outro fato é que por muito tempo o Fluminense era o único rival do Rio que tinha mais títulos cariocas que a gente. Hoje já o superamos e abrimos vantagem, mas até passarmos, tinha sempre aquele tricolor que levantava essa discussão.
A verdade é que um Fla x Flu é sempre especial, o Maracanã fica com um colorido diferente, independente se de um lado tem Negreiros e do outro Carlinhos Itaberá. É um jogo mágico, talvez por toda a excelência dos textos de Nelson Rodrigues, o tricolor mais rubro-negro que já existiu. Como não gostar de enfrentar o clube em que Zico adorava marcar gols? Como não lembrar das inúmeras goleadas (como na despedida de Zico), como não lembrar das inúmeras viradas (como a de 2010 com Adriano e a de 2004 com Roger Guerreiro), como não lembrar dos jogos históricos? Os tricolores lembrarão do gol de barriga, mas os rubro-negros logo os remetem a série C, maior vergonha tricolor da história. E assim segue a rivalidade, segue a tradição do Fla x Flu sensacional. Poucos clássicos são tão maravilhosos como esse. Que no próximo domingo, mais uma vez, tenhamos um jogo digno das nossas tradições. E que no final, o rubro-negro saia vitorioso e o tricolor praticamente eliminado. Só para as coisas ficarem em seus devidos lugares.Por Felipe Foureaux em abril 3, 2015 (www.falandodeflamengo.com.br)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Jornalista inglês afirma qual é o maior time do Brasil!

O jornalista inglês Tim Vickery, correspondente da BBC na América do Sul, e figura frequente na bancada do programa Redação Sportv, dos canais Sportv. Na manhã desta terça (10), ele foi um dos convidados de André Rizek, ganhando grande destaque ao afirmar que o Flamengo é o maior time do Brasil. Em mais uma das perguntas polêmicas que Rizek costuma provocar no programa que apresenta, o jornalista perguntou a Vickery qual seria, em sua opinião, o maior time do Brasil. O britânico, sem titubear, escolheu o Rubro-Negro carioca e explicou o motivo: “O Flamengo. Instituição nacional graças a brilhante decisão tomada pelo presidente José Padilha na década de 30 de pegar os 3 principais jogadores negros de maior destaque no momento: Fausto, Domingos e Leônidas, o melhor jogador da época. Criou uma identificação popular, com o rádio sendo levado para todo o canto e o Rio, capital federal do Brasil. Hoje o Flamengo é capaz de encher um estádio”, afirmou Tim Vickery. Na sequência, o apresentador André Rizek ressaltou que muitos internautas consideravam outras equipes maiores, mas Tim não viu problema nisso:(maiortorcida.com) https://youtu.be/jyFJVdDUKMw

segunda-feira, 30 de março de 2015

EMBAIXADAS DA NAÇÃO DE SANTA CATARINA, REALIZAM EVENTOS SOCIAIS!

As Embaixadas da Nação do Estado de Santa Catarina, estarão realizando eventos socias no mês de abril e no mês de junho. A FLAJARAGUÁ, realiza no dia 18 de abril, às 19 horas, nas dependências do salão da Igreja Apóstolo Paulo, nO Bairro Vila Lenzi a sua tradicional 6.ª POLENTA RECHEADA COM GALINHA CAIPIRA, com a presença de ex-jogadores que vestiram o "MANTO SAGRADO", o meia ADILSON HELENO(que se destacou no AVAI, da capital dos catarinmenses e BIRO-BIRO, a que todos nós catarinenses, lembramos quando atuava no Juventus(atuou por diversas vezes) de Jaraguá do Sul, hoje atuando como técnico de futebol no sul do país, pai do jogador CLAYTON que atua no time principal do FIGUEIRENSE, valor do ingresso será de R$ 20,00, o importante do evento é que será repassado para compra de alimentos não perecíveis, para a DIACONIA DA IGREJA APÓSTOLO PAULO, para distribuição de famílias carentes da comunidade(de cada cartão vendido, R$ 2,00, será remetido para a compra). IMPORTANTE> No dia do evento não haverá venda de cartões, somente antecipado. Na cidade de Lages, na região serrana, no dia 04 de junho, será realizado o 3.º ENCONTRO COM CAMPEÕES, com a presença do CAMPEÃO MUNDIAL, MARINHO, zagueiro do MENGÃO, o encontro será nas dependências do Clube Caça e Tiro de Lages, às 11 horas, sendo vendido antecipados os ingressos no valor de R$ 30,00(adultos), e R$ 20,00(crianças), não havera venda de cartão no dia do evento, maiores informações com> flalagessc@hotmail.com. Sucesso à todos! Atenciosamente A Diretoria

sábado, 28 de março de 2015

Abaixo a ditadura do Sócio Torcedor. Turma do Cappuccino talvez o prefira no shopping!

Torcedor é a pessoa que torce, apóia em competições esportivas. Um incondicional admirador! Ninguém precisa ser sócio para ser torcedor. A criança que descobre a paixão por um clube não depende de carteirinha. O sentimento vale milhões de vezes mais do que um pedaço de plástico com nome, RG e foto 3 por 4. Quem torce e deseja ver seu time de perto fica cada vez mais distante disso. O que já foi simples, para muitos está se transformando em sonho: acompanhar de fato os jogadores, lá no estádio, gritar por eles, torcer por eles, vibrar com eles. Criaram uma barreira entre o torcedor e sua velha paixão. Tal parede só pode ser derrubada mediante pagamentos mensais ao clube. Como se apenas o dinheiro pudesse provar que o sujeito é mesmo torcedor daquele time. Como se fosse para a maioria uma moleza desembolsar a taxa mensal. Isso num país cuja renda média domiciliar per capita é de R$ 1.052,00. É caro. Tanto os R$ 39,90 cobrados pelo Flamengo e que dão "descontos na compra de ingressos" como os R$ 70 mensais do Palmeiras, que permitem acesso direto ao setor menos "nobre" na arena do presidente Paulo. A maioria não pode pagar por isso. E alguns podem e não querem por não serem muitos dos programas bem elaborados. Futebol é prioritariamente paixão. Mas mesmo observando sob a perspectiva do negócio, como fazem tantos "especialistas" que se multiplicam por aí, é evidente que não há demanda. O Palmeiras comemorou efusivamente a quebra da barreira dos 100 mil "Sócios Avanti". Mas o que isso de fato representa? Só 1% dos apaixonados pelo Palestra, segundo pesquisas. Os dos R$ 69,90 mensais no plano palmeirense têm direito a ingressos para todos os jogos no novo estádio. Mas há uma restrição: cabem menos de 9 mil pessoas no setor destinado a quem paga tal quantia e quer ir sem desembolsar mais dinheiro. É obvio que pouquíssimos podem aproveitar tal benefício. E as pessoas falam como se todos pudessem pagar esse valor e não faltar a jogo algum sem um centavo a mais. No estádio do Corinthians, explica o companheiro Rodrigo Vessoni do Diário Lance!, há sete setores. Dois mais acessíveis, um intermediário e quatro caros. Isso explica a enorme dificuldade do Fiel Torcedor que deseja comprar ingresso mais barato e, por exemplo, associados ao programa pagando R$ 200 por um jogo da Libertadores. Imagine a situação do corintiano não sócio. A massacrante maioria! Eduardo Tironi definiu bem. Num avião há muito mais lugares na classe econômica. Motivo? Em geral as pessoas só podem pagar por aquele tíquete, o mais acessível. Há uma parcela reduzida destinada à executiva e outra, ainda menor, chamada de primeira classe, que é caríssima. As companhias distribuem os assentos nas aeronaves de acordo com a demanda. No estádio de futebol tal lógica é quase ignorada.
Eduardo da Silva na partida contra o Bangu, no Maracanã: cadeiras vazias ao fundo. Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br