sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Memórias de um capitão: em prantos, Léo Moura passa a limpo vida no Fla

Prestes a completar 500 jogos pelo Rubro-Negro, lateral-direito relembra trajetória de oito títulos, esclarece polêmicas, adia aposentadoria e deixa futuro na mão do clube. Um brinde ao amor. A celebração de um relacionamento que começou até certo ponto despretensioso em um 12 de junho, dia dos namorados, e terá na tarde de sábado, no Maracanã, o capítulo de número 500. Léo Moura é sinônimo de Flamengo há quase dez anos. Torcedor na infância, o menino da Vila Kenedy precisou rodar bastante até, enfim, vestir a camisa do clube do coração. Passou por Holanda, Bélgica, Portugal, todos os outros rivais do Rio, dez clubes no total, até desembarcar na Gávea em meados de 2005. Nove anos e quatro meses depois, completa diante do Santos, cinco centenas de exibições com a camisa rubro-negra.
A partida, válida pela 26ª rodada do Brasileirão, será praticamente um evento em celebração ao capitão do Flamengo. No meio da tabela, rubro-negros e santistas aspiram pouco na competição, mas os 19 mil ingressos vendidos até a noite de quinta-feira deixavam clara a importância do programa na véspera das eleições. Na Gávea, o presidente é Léo Moura, que será recebido no Maracanã como "chefe do estado flamenguista". Uma série de homenagens está programada para o lateral-direito antes e depois do jogo.
Nesta sexta-feira, véspera da marca histórica, Léo Moura conversou com o GloboEsporte.com sobre sua história no Flamengo. Com os oitos troféus conquistados ao longo de quase uma década (um Brasileirão, duas Copas do Brasil e cinco Cariocas) expostos no gramado da Gávea, o lateral-direito passou a limpo sua trajetória no clube: celebrou títulos, programou um futuro além de dezembro de 2015 - o que era seu desejo de aposentadoria inicialmente -, admitiu seguir a vida em outro clube caso não tenha o contrato renovado e esclareceu polêmicas, como os relacionamentos com Álvaro e Cuca em 2009. Com a emoção à flor da pele, o capitão do Flamengo recebeu ainda o carinho de pessoas determinantes nesta trajetória de sucesso e não conteve as lágrimas, caiu em prantos. Clique nos vídeos e confira todo bate-papo com Léo Moura, que pisa às 16h20m (de Brasília), no gramado do Maracanã para escrever mais uma página marcante de uma história de 235 vitórias, 135 empates, 129 derrotas e 47 gols com a camisa rubro-negra.(globoesporte.com)

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Eufórica com o título, torcida do FLAMENGO invade a quadra da Arena após vitória!

Logo depois da confirmação do placar de 90 a 77 e o fim do jogo os fãs desceram, burlaram a segurança e adentraram o local da disputa para festejar com os jogadores. Após levar o Carioca, o NBB, a Liga das Américas e a Liga Sul-Americana, o Flamengo conquistou neste domingo o título mais importante de times do mundo, a Copa Intercontinental de Clubes, ao derrotar o Maccabi Tel Aviv com sobras por 90 a 77 (46 a 36). E a velha máxima de que, às vezes, a torcida do Rubro-Negro parece estar dentro de campo com os atletas, nesse caso, de quadra, pode ser usada de forma literal desta vez. Afinal, logo depois do fim do confronto, os fãs eufóricos burlaram a segurança e invadiram o local do duelo. Agentes da Polícia Militar chegaram a entrar na quadra também, tentando conter a multidão. A voz no sistema de som da Arena da Barra disse que, enquanto eles não saíssem, não seria realizada a entrega do troféu e das medalhas. Além disso, pediu que os jogadores rubro-negros fossem para o vestiário imediatamente. Eles estavam eufóricos também. O argentino Walter Herrmann, por exemplo, subiu na cesta e fez o tradicional gesto de cortar a rede que fica em volta do aro. Os atletas do Maccabi, por sua vez, deixaram a quadra logo depois do fim do jogo. O time carioca precisava de uma diferença de no mínimo quatro pontos após a derrota por 69 a 66 na primeira partida, na última sexta-feira. E, em uma atuação coletiva perfeita e com grandes momentos individuais do argentino Nico Laprovittola e do americano Jerome Meyinsse, a equipe do técnico José Neto triunfou. Com 24 pontos e seis rebotes, Laprovittola, que terminou a partida eliminado com cinco faltas, foi o grande nome da conquista rubro-negra. Meyinsse, que anotou 22 pontos e cinco rebotes, e Marquinhos, com nove pontos, quatro rebotes e duas assistências, também se destacaram.(globoesporte.com)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Gabriel substitui Eduardo da Silva, e Samir treina na vaga de Chicão

Meia-atacante é o escolhido para o lugar do croata contra o São Paulo, mantendo o esquema tático. Camisa 3 é poupado, e jovem pode voltar após dois meses. Gabriel foi o eleito de Vanderlei Luxemburgo para substituir Eduardo da Silva no duelo com o São Paulo, quarta-feira, no Morumbi, pela 24ª rodada do Brasileirão. O meia-atacante foi testado no lugar do croata, que se recupera de uma lesão muscular, em coletivo realizado nesta terça, na Gávea. Outra novidade foi a presença de Samir entre os titulares, uma vez que Chicão foi poupado da atividade, de acordo com o departamento médico. Eleito para substituir Eduardo da Silva no clássico com o Fluminense, no último domingo, Lucas Mugni teve atuação muito ruim e perdeu espaço. Uma outra opção de Luxa para o setor era a entrada de Luiz Antonio, com uma formação mais precavida fora de casa, mas o treinador optou por manter o esquema 4-2-3-1. Com isso, Canteros, que volta ao time, forma a dupla de volantes ao lado de Cáceres, seguido de uma linha de três com Everton aberto pela esquerda, Gabriel na direita e Márcio Araújo centralizado. Por fim, Alecsandro joga no comando de ataque. No trabalho desta terça, na Gávea, Vanderlei não se privou de paralisar as jogadas para orientações táticas, principalmente ofensivas. Antes, porém, ainda no aquecimento, o técnico já tinha dado indício de que Gabriel seria seu escolhido para o lugar de Eduardo, ao tirá-lo da roda de bobinho para bate-papo em particular. Quem também conversou sozinho com o comandante foi Chicão, que deu apenas um trote em volta do gramado. Os médicos informaram que o zagueiro não tem lesão e foi somente poupado. Caso seja escalado, Samir volta a atuar pelo Brasileirão depois de dois meses. O zagueiro sentiu uma lesão na coxa na derrota para o Atlético-PR, dia 16 de julho, e desde então só entrou em campo nas duas partidas contra o Coritiba, pela Copa do Brasil. O Flamengo entra em campo para encarar o São Paulo com Paulo Victor, Léo Moura, Wallace, Chicão (Samir) e João Paulo; Cáceres e Canteros; Gabriel, Márcio Araújo e Everton; Alecsandro. O trabalho na Gávea, como tem sido costume, contou com boa presença de torcedores, que não se privaram de apoiar o elenco durante toda a atividade. No aquecimento, o argentino Canteros foi um dos mais festejados. Com 30 pontos, o Flamengo é o 11º colocado no Brasileirão, e o confronto com o São Paulo está marcado para às 22h (de Brasília), desta quarta-feira.(globoesporte.com)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Mais uma vitória da torcida do Flamengo, A NAÇÃO É NOTA DEZ!

Falar da torcida do Flamengo pode ser clichê, mas mesmo com o passar dos anos, é impressionante o que o 12 jogador do Rubro-Negro é capaz de fazer. Time por time, o Corinthians tem enorme superioridade. Porém, com a força da torcida, o Flamengo conseguiu ser melhor na maior parte do jogo e venceu. No gol de Wallace, Eduardo da Silva, que ajeita a bola, estava impedido. No entanto, pouco importou para o torcedor, que só queria saber de fazer festa. Por isso, o pênalti perdido por Eduardo da Silva acabou passando batido. Antes de a bola rolar, o flamenguista sentiu saudades ao analisar a escalação do Corinthians, com os ótimos Elias e Renato Augusto. Porém, a vitória só fez com que o torcedor lembrasse de quem ele não sente nenhuma falta: o técnico Mano Menezes. O triunfo sobre a equipe dele era fundamental. A torcida queria mostrar ao treinador que está melhor longe dele. Com a atuação de ontem, outra coisa foi importante para o torcedor: poder sonhar com pontos mais altos na tabela do Campeonato Brasileiro. Será difícil, mas se o meia Everton continuar correndo como está, porque não almejar uma vaga no G4? Para que o sonho vire realidade, uma vitória diante do Palmeiras, na próxima quarta-feira, também terá muito valor. Assim, a equipe iniciaria uma nova sequência de vitórias e viria embalada para o Fla-Flu do próximo domingo. Mas mais importante do que todas as coisas citadas acima é que a torcida mantenha esta postura até o fim do Campeonato. Mesmo se o resultado não for bom na quarta, é obrigação do rubro-negro lotar o Maracanã diante do Fluminense. Se o “eu juro que no pior momento, vou te apoiar até o final” prometido na arquibancada for cumprido, time e torcida terão motivos para comemorar no fim.)BLOG FALANDO DE FLAMENGO)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Filho da terra, Everton volta realizado a Mato Grosso: "Uma história bonita"

Após sair de casa aos 11 anos para tentar a sorte no Paraná, jogador fará contra o Goiás primeiro jogo oficial como profissional no estado onde nasceu: "Passa um filme". Desde a saída precoce da pequenina Nortelândia até a noite desta quarta-feira se passaram 14 anos. Quatorze anos para o sonho do menino Everton, que deixou a família ainda criança, se tornar realidade: jogar uma partida oficial no estado onde nasceu. E em grande estilo, com a camisa do Flamengo e num estádio de Copa do Mundo. Com seu fanatismo, a torcida cuiabana já deu mostras de que a partida contra o Goiás, às 22h (de Brasília), será especial depois de 16 anos de saudade do Rubro-Negro. Nenhum mato-grossense, porém, terá mais motivos para se emocionar do que o camisa 22 do time de Vanderlei Luxemburgo. Canhoto, veloz e habilidoso, Everton não precisou de muito tempo para chamar a atenção em sua cidade natal, que hoje conta com cerca de 6 mil habitantes. Em 1999, moradores de Nortelândia já falavam do prodígio que deixava todo mundo boquiaberto nos campinhos de futebol da cidade. Tanto que a fama chegou aos ouvidos de um olheiro do Paraná Clube, que passeava pelo local e foi determinante para mudar a vida daquele que tem sido o principal jogador do Flamengo na temporada. – Um senhor foi passar as férias na minha cidade, e eu já era muito falado. Disseram que tinha um jogador com as minhas características, ele foi me ver jogar e gostou. Meus pais na época foram meio loucos por me deixarem ir com 11 anos. Mas deu tudo certo. Fiquei oito anos no Paraná Clube, o que mudou minha vida. Sou muito grato por tudo que fizeram por mim. Morei um tempo com este olheiro. Era muito novo, fui sozinho. É uma história bonita – conta Everton orgulhoso. Com o que conquistou através do futebol, Everton tirou os pais do Mato Grosso – sua família atualmente tem residência fixa no Paraná. Nos primeiros anos, entretanto, o jovem aspirante a craque aproveitava toda brecha para correr para o colo dos pais. E não era fácil percorrer os 1.915km de distância.
– Vinha de ano em ano de ônibus, cerca de 24 horas de viagem. Só aos 17 anos, quando tudo começou a melhorar, que consegui levar meu pai e minha mãe. Quando pisar na Arena Pantanal para enfrentar o Goiás, Everton terá milhares de conterrâneos ao seu favor. Mesmo como visitante, o estádio estará pintado de vermelho e preto para decorar ainda mais as imagens que vão passar pela cabeça do meia-atacante antes de a bola rolar. – Passa um filme. É difícil imaginar que um jogador vai sair de onde eu saí, uma cidade (então) com 4 mil habitantes, para depois jogar num clube como o Flamengo. Voltar aqui e ver meus tios, meus avós, todo mundo feliz, me deixa muito grato. Em toda carreira, Everton disputou apenas uma partida no Mato Grosso: em 2013, um amistoso contra o Cuiabá, pelo Atlético-PR. Nesta quarta-feira, será a primeira vez como profissional, no jogo número 82 com a camisa do Flamengo – em duas passagens. Ao todo, são 41 vitórias, 22 empates e 18 derrotas, com dez gols marcados.(globoesporte.com)