quinta-feira, 19 de maio de 2016
FLAMENGO CONVOCA REUNIÃO DE EMERGÊNCIA E PODE FAZER MUDANÇAS NO COMANDO DO FUTEBOL
A cúpula do Flamengo convocou uma reunião de emergência para a noite desta quinta-feira, em que o presidente Eduardo Bandeira de Mello e os vice-presidentes vão discutir mudanças no futebol do clube em meio á rotina de vexames e eliminações no primeiro semestre. A saída do executivo de futebol Rodrigo Caetano estará em pauta. O vice de futebol Flávio Godinho, pressionado internamente por grupos de apoio á diretoria e pela torcida, também vive situação delicada. Aliado do vice-geral Maurício Gomes de Mattos, que assume na ausência de Bandeira, que viaja com a CBF nos próximos dias, o ex-vice de futebol Marcos Braz volta a estar cotado na função. Ele foi campeão brasileiro em 2009. Nas redes sociais, o ex-candidato a presidente Cacau Cotta também tem sido apoiado por torcedores. Rodrigo Caetano não foi informado sobre o encontro e sua participação é uma incógnita. A situação do dirigente é a mais frágil na estrutura do futebol rubro-negro, formada pelo Conselho Diretor, que rege o futebol á distância, e os membros do departamento, que funciona no Centro de Treinamento Ninho do Urubu. A autonomia de Caetano é reduzida, sobretudo após a chegada de Muricy Ramalho. Homem forte do clube, o diretor-geral Fred Luz deve seguir dando as cartas mesmo com responsabilidade direta na condução do futebol na atual temporada de fracassos. O técnico Muricy Ramalho faz exames médicos em São Paulo e não deve ser envolvido nas discussões. Sua continuidade, por ora, não estará em pauta. Até porque em caso de demissão o Flamengo pagaria uma multa elevada, pois colocou em contrato a obrigação de cumprí-lo até o fim. A reavaliação do atual elenco e das contratações necessárias, sim, será feita mais uma vez pelos dirigentes amadores. O entendimento é de que falta confiança e alma ao time do Flamengo. Pelo lado dos atletas, a sensação é que falta justamente comando e experiência de futebol aos dirigentes exaltados por soluções financeiras. A reportagem procurou os responsáveis pelo futebol do Flamengo, mas ninguém quis se pronunciar. O presidente Eduardo Bandeira de Mello deve dar entrevista no Ninho do Urubu á tarde.
(MAIORTORCIDA.COM)
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Flamengo se antecipa e quita R$ 20 milhões de empréstimo do Maracanã!
Clube consegue desconto com Consórcio liderado pela Odebrecht, evitando chance de renovação automática ao fim do prazo, que se encerrava em dezembro deste ano. Em busca de reforços para o futebol, o Flamengo deixou para trás dívida e evitou chance de problemas com o Consórcio Maracanã. O clube quitou nos últimos dias R$ 20 milhões do empréstimo pedido no fim de 2013 com a Odebrecht, que lidera o consórcio que ainda administra o estádio - temporariamente cedido para os Jogos Olímpicos. Na ocasião da assinatura de contrato de dois anos com o estádio, o clube aprovou empréstimo de R$ 27 milhões. - Nós já pagamos o Maracanã. Foi pago agora. Com recursos do Flamengo, com desconto. Eram R$ 27 milhões de empréstimo. A gente quitou com desconto - disse o vice-presidente do Flamengo, Claudio Pracownick, nesta terça-feira. A entrevista completa com o vice de finanças será publicada na próxima sexta-feira pelo GloboEsporte.com. O Flamengo tinha até o fim de dezembro para quitar os valores emprestados pela Odebrecht. Caso não realizasse este pagamento no prazo estabelecido o contrato do Flamengo com o Consórcio poderia ser renovado automaticamente. O clube, entretanto, decidiu se antecipar e aproveitou parcela da renovação de contratos de transmissão de jogos para se livrar desta pendência. No balanço trimestral, divulgado no fim da semana passada, ainda constava cerca de R$ 24 milhões de débito. Mas não há mais esta dívida. - A dívida com o Maracanã estava prevista para ser paga até o fim do ano. Fizemos uma negociação razoável com a Odebrecht e já pagamos - afirmou o vice de finanças. Questionado se a rapidez para quitar a dívida - de dezembro do ano passado até março deste ano o Flamengo pagou menos de R$ 3 milhões - poderia influir na negociação com o governo e com a própria Odebrecht, que deve devolver a concessão do estádio, Pracownick respondeu apenas que "tem a ver com um montão de coisa". Após bater o pé e avisar que está fora do estádio até que seja feita nova licitação na qual o Flamengo seja protagonista no estádio, nada mudou para o clube. O vice de finanças, no entanto, admite que o Flamengo conversa com o governo do estado e com potenciais parceiros para assumir o negócio.
- O Flamengo tem expertise para gerir qualquer estádio do país. E de maneira muito mais eficaz. Por necessidade financeira estudamos vários modelos em vários estádios e já operamos vários estádios em amistosos e jogos de campeonato. Mas os termos da licitação é que são relativos. Primeiro tenho que saber: haverá mesmo licitação? Os clubes poderão participar? Haverá necessidade de investimentos? Aí o Flamengo vai julgar se entra sozinho, se entra com parceiros... Há interessados que estamos conversando, mas dar qualquer opinião em cima de algo tão abstrato ainda seria enganar a torcida. O que colocamos ao governo é que temos interesse em avaliar a participação na licitação. E mantemos esse interesse. Estamos dispostos a participar e a contribuir com o estado e para os torcedores - afirmou Pracownick.
(globoesporte.com)
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Wallace, sobre polêmica: “Não vou deixar cair mais essa na minha conta”
Zagueiro explica entrada em campo na Arena da Amazônia, diz que gesto de fincar bandeira não foi menosprezo ao Vasco e lamenta constrangimento às crianças. Ao fincar a bandeira no círculo central da Arena Amazônia, em Manaus, Wallace não tinha ideia de que acabara de marcar território em grande polêmica. Questionamentos, ironias por parte do Vasco depois da derrota por 2 a 0 e cara de ponto de interrogação dos pequenos mascotes, que nada entenderam ao verem capitão e time entrarem em campo em disparada. As crianças tiveram que esperar o hino nacional para ficar ao lado dos ídolos. Em contato com o GloboEsporte.com, o zagueiro comentou pela primeira vez sobre a polêmica. - Rapaz, olha só... Não vou deixar cair mais essa na minha conta. Tenho lido e ouvido muita besteira. Ainda estou aqui tentando digerir essa derrota para o rival, e é duro aguentar tudo isso calado. Disseram que a ideia foi minha, o que não é verdade. Todo mundo sabia dessa ação e eu, como capitão, concordei quando soube. E é bom que fique claro que não houve qualquer tentativa de menosprezar o adversário, mas sim fazer uma homenagem à nossa torcida e também mostrar que estávamos motivados para a decisão – afirmou o zagueiro, que não participou das atividades desta terça-feira, no Ninho do Urubu, por ter sido liberado para ir a Salvador resolver problemas particulares. O gesto inusitado rendeu munição aos vascaínos, lembrando, com fotos, que os jogadores deram as mãos e entraram em campo ao lado dos pequenos torcedores. O zagueiro Rodrigo provocou ao final da partida, com 2 a 0 no placar e a vaga na final garantida. - Cadê os gritinhos? Aqui ninguém marca território não - disse o jogador do Vasco. Wallace lamentou o constrangimento causado para as crianças que aguardavam à beira do campo. E deu sua explicação: - Em momento algum a intenção do grupo era decepcioná-las. Atendemos aos torcedores desde a chegada a Manaus, tanto no aeroporto, quanto no treino, hotel, estádio. Tenho dois filhos pequenos e lamento que isso possa ter causado qualquer constrangimento para as crianças e seus pais. E como era consenso que entraríamos correndo em campo, e tinha muita criança pequena parada ali, ficamos com medo de elas caírem. O zagueiro e capitão do Flamengo aproveitou para comentar as declarações de Beto ao GloboEsporte.com. O ex-jogador, que foi capitão do Flamengo em algumas ocasiões, condenou a escolha do jogador como capitão. - Se o treinador na época achava que o Beto era exemplo dentro e fora de campo, e com perfil para ser capitão... Mas sobre esses nomes (Léo Moura sugeriu que houvesse troca de capitão) eu prefiro falar num outro momento - concluiu Wallace.(globoesporte.com)
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Promessa é dívida e Flamengo leva troféu ”ABACAXI"
Criado pelo inesquecível Chacrinha, o troféu abacaxi servia para premiar pessoas e celebridades que se superavam nas bobagens e piadas sem graça. O Flamengo, com o devido respeito que a nação rubro-negra merece, se superou. O presidente Eduardo Bandeira de Mello idem. A torcida porém deve tirar o chapéu para o dirigente. Ele cumpriu exatamente o que havia prometido no início da temporada. O Flamengo ignorou literalmente o campeonato estadual. O dirigente peitou a federação e disse que a Primeira Liga seria prioridade. Pois sim. O que Bandeira não contava é que o time fosse fracassar na Primeira Liga e ser novamente eliminado pelo Vasco no estadual, que no íntimo era a tábua de salvação do primeiro semestre. Hoje o que se vê é o Flamengo sendo motivo de chacota e piada nas redes sociais. A falta de respeito virou de lado. O que Bandeira não enxerga é o fracasso do departamento de futebol do clube. Caro ao extremo aos cofres do clube e de resultado zero. É impressionante a quantidade de jogadores improdutivos e sem identificação alguma com a história do Flamengo. O mais curioso é que esses mesmos jogadores seguem prestigiados, intocáveis e com uma marra inaceitável. Pobre Muricy. Esse parece cada vez mais convencido de que entrou numa barca furadíssima. E o que dizer do incontestável Rodrigo Caetano? Mas diante desse cenário devastador o torcedor ainda tem o que comemorar. O Flamengo passou vergonha longe de sua verdadeira torcida. Distante do Maracanã. Uma coisa é indiscutível: O troféu abacaxi, mesmo antes do campeonato terminar, é dele. Eduardo Bandeira de Mello.(POR Bruno Voloch - Fonte: Yahoo Esporte - Coluna do Flamengo)
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Flamengo engatilha pacote de jogos da Série A em Brasília!
Diretoria planeja fazer entre cinco e seis jogos na capital federal até outubro. Sem o Maracanã, o Flamengo já tem engatilhado um pedido de “pacotão“ de jogos no Mané Garrincha, em Brasília, para fazer como mandante durante o Brasileirão. A diretoria, em um universo de 14 partidas a serem feitas pelo Fla em “casa” até a reabertura do Maraca – prevista para 30 de outubro –, pretende fazer de cinco a seis na capital federal. O planejamento é entregar nos próximos dias todas as solicitações à CBF e à Ferj – que precisam dar o aval antes da confirmação oficial do local dos jogos. Ao mesmo tempo, o clube já está juntando as cartas dos adversários necessários para homologar os pedidos. O Flamengo vai usar Brasília para confrontos que tenham mais apelo para a torcida. Nos jogos com clubes menos expressivos, a alternativa da diretoria será mandar o time para Volta Redonda. Para usar o estádio Mané Garrincha, o Flamengo entrará com a contrapartida de cuidar da manutenção do estádio, o que inclui cuidados com o gramado. A previsão de receita é maior do que a de gastos.(LANCE)
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