Apesar do mando de campo do Santos, rubro-negros são imensa maioria nos mais de 63 mil presentes e não aliviam para o craque no adeus. Se em campo o Flamengo não conseguiu transformar em gols a superioridade sobre o Santos, na arquibancada os rubro-negros de Brasília deram uma goleada na abertura oficial do Estádio Nacional Mané Garrincha. Presentes em número muito maior do que os santistas, os torcedores fizeram com que os cariocas se sentissem em casa mesmo em um jogo com o mando do Peixe e transformaram o palco da primeira partida da Copa das Confederações em caldeirão. No repertório, muitos gritos de apoio e uma vítima: Neymar. Em sua última partida com a camisa do Santos, o atacante sofreu com a marcação implacável dos flamenguistas. Sem dar bola para despedida do craque, eles o vaiaram desde que seu nome apareceu no telão no anúncio da escalação até o fim do jogo, a cada toque na bola. Para apoiar o Flamengo, músicas de incentivo deram o tom da festa, com poucas exaltações a jogadores específicos - casos raros de Rafinha e Renato Abreu, no momento em que se desentendeu com Cícero. Utilizado pela primeira vez com capacidade máxima, o Mané Garrincha foi pintado de vermelho e preto. Dos 63.501 presentes, uma parcela mínima vestia branco. Um das organizadas do Peixe, por sinal, chegou ao estádio já na metade do primeiro tempo e ficou em uma área isolada, cercado por policiais, atrás do gol a esquerda das cabines de TV. Com a bola rolando, os rubro-negros jogaram junto com a equipe durante os 90 minutos. O primeiro toque de um jogador do Fla na bola foi comemorado como um gol, com Luiz Antonio. Quando o Santos tentava atacar, vaias também podiam ser ouvidas e davam lugar a músicas tradicionais quando os cariocas tinham a posse da bola. Cantos como “Onde estiver estarei”, “Sai do chão a torcida do Mengão” e “Mengão do meu coração” foram entoados insistentemente. Após o jogo, Jorginho não se mostrou surpreso com a supremacia dos flamenguistas nas arquibancadas.
- Sabíamos que a torcida estaria presente. Foi muito bom.
Ao apito final, no entanto, foi possível ouvir focos de insatisfação com o resultado e as muitas chances perdidas com vaias. Agora, o Mané Garrincha está à disposição da Copa das Confederações, e o Flamengo não tem previsão para voltar a jogar na capital federal. Na próxima quarta, a equipe vai a Juiz de Fora para enfrentar a Ponte Preta. Na outra partida com mando de campo, contra o Náutico, na quarta rodada, o clube jogará no Orlando Scarpelli, em Florianópolis.(globoesporte.com)
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Torcida transforma Mané Garrincha, é como jogar em casa!!!
Apesar do mando de campo do Santos, rubro-negros são imensa maioria nos mais de 63 mil presentes e não aliviam para o craque no adeus. Se em campo o Flamengo não conseguiu transformar em gols a superioridade sobre o Santos, na arquibancada os rubro-negros de Brasília deram uma goleada na abertura oficial do Estádio Nacional Mané Garrincha. Presentes em número muito maior do que os santistas, os torcedores fizeram com que os cariocas se sentissem em casa mesmo em um jogo com o mando do Peixe e transformaram o palco da primeira partida da Copa das Confederações em caldeirão. No repertório, muitos gritos de apoio e uma vítima: Neymar. Em sua última partida com a camisa do Santos, o atacante sofreu com a marcação implacável dos flamenguistas. Sem dar bola para despedida do craque, eles o vaiaram desde que seu nome apareceu no telão no anúncio da escalação até o fim do jogo, a cada toque na bola. Para apoiar o Flamengo, músicas de incentivo deram o tom da festa, com poucas exaltações a jogadores específicos - casos raros de Rafinha e Renato Abreu, no momento em que se desentendeu com Cícero. Utilizado pela primeira vez com capacidade máxima, o Mané Garrincha foi pintado de vermelho e preto. Dos 63.501 presentes, uma parcela mínima vestia branco. Um das organizadas do Peixe, por sinal, chegou ao estádio já na metade do primeiro tempo e ficou em uma área isolada, cercado por policiais, atrás do gol a esquerda das cabines de TV. Com a bola rolando, os rubro-negros jogaram junto com a equipe durante os 90 minutos. O primeiro toque de um jogador do Fla na bola foi comemorado como um gol, com Luiz Antonio. Quando o Santos tentava atacar, vaias também podiam ser ouvidas e davam lugar a músicas tradicionais quando os cariocas tinham a posse da bola. Cantos como “Onde estiver estarei”, “Sai do chão a torcida do Mengão” e “Mengão do meu coração” foram entoados insistentemente. Após o jogo, Jorginho não se mostrou surpreso com a supremacia dos flamenguistas nas arquibancadas.
- Sabíamos que a torcida estaria presente. Foi muito bom.
Ao apito final, no entanto, foi possível ouvir focos de insatisfação com o resultado e as muitas chances perdidas com vaias. Agora, o Mané Garrincha está à disposição da Copa das Confederações, e o Flamengo não tem previsão para voltar a jogar na capital federal. Na próxima quarta, a equipe vai a Juiz de Fora para enfrentar a Ponte Preta. Na outra partida com mando de campo, contra o Náutico, na quarta rodada, o clube jogará no Orlando Scarpelli, em Florianópolis.(globoesporte.com)
quinta-feira, 23 de maio de 2013
FLAMENGO lança novos uniformes com superfesta no Rio!!!
Evento com show de Jorge Benjor marca retomada de parceria de sucesso nos anos 80, com a Adidas. Camisa será usada domingo, contra o Santos. Com uma superfesta, o Flamengo satisfez, nesta quinta-feira, a maior curiosidade de seu torcedor em 2013 e lançou sua nova linha de uniformes. O evento marcou o retorno da Adidas ao Rubro-Negro, retomando parceria de sucesso da década de 80, a mais vitoriosa da história do clube. A grande festa, que começou com 1h30 de atraso, apresentou a camisa um, com listras mais finas e o "CRF" bordado sobre uma faixa preta, ao contrario da anterior, e outra predominantemente branca, com uma listra vermelha no peito, onde fica o escudo, e uma preta no ombro. Marcelo Moreno, Hernane, Renato, Felipe, Gabriel e Caio Rangel, da equipe sub-17 foram os modelos. A nova camisa será usada pela primeira vez contra o Santos, domingo, em Brasília, pela primeira rodada do Brasileirão. O evento, realizado no espaço Lagoon, bem ao lado da sede da Gávea, contou com muitos efeitos baseados em jogos de luz, perceptíveis até mesmo do lado de fora do local. O presidente da Adidas no Brasil, Fernando Basualdo, abriu a festa e logo depois foi mostrado um vídeo no qual os principais pontos turísticos do Brasil, como o calçadão de Copacabana, o Palácio do Planalto e a Avenida Paulista eram pintados de vermelho e preto. - É um orgulho para nós poder voltar e construir uma nova década dourada com vocês. Esse clube cheio de tradição e conquistas merece o melhor - disse Basualdo. Na plateia, os ídolos Adílio e Julio Cesar 'Uri Geller', e rubro-negros famosos como Ivo Meirelles, Carlinhos de Jesus, Sandra de Sá, Valeska Popozuda, além de um grande número de atores como Marcius Melhem, Pedro Neschling e Carolina Dieckman, Jorge Pontual, Mauro Mendonça, Bruno Gissoni e Eduardo Galvão. Um DJ completava o clima de celebração. Além da linha apresentada, o Flamengo lançará ainda em 2013 um novo uniforme número 3. Com o preto como cor predominante, o produto deve ser apresentado ao torcedor somente em setembro, apesar de já ter sido aprovado pelo Conselho Deliberativo. A camisa será vendida por R$ 199,90. Inclusive, o novo manto esteve disponível para pré-venda desde o dia 10. Toda linha de treinamento também será lançada no evento e será utilizada pelo elenco a partir da atividade de sexta-feira pela manhã. Em vigor desde o último dia primeiro, a união entre Flamengo e Adidas retoma uma parceria de sucesso na época mais vitoriosa da história do clube, na década de 80. O ícone desta geração, no entanto, não participou do lançamento. Apesar de ser embaixador da fornecedora, Zico está em Nova Iorque para um evento. O Galinho, por outro lado, participou do anúncio oficial do acordo, realizado na Gávea no último dia 9. O contrato de dez anos entre Flamengo e Adidas é o mais valioso no segmento em todo o continente e coloca os cariocas em um grupo chamado de Top 5 da empresa alemã, ao lado de Milan, Chelsea, Bayern de Munique e Real Madrid. O Rubro-Negro receberá R$ 35,6 milhões por ano, valor que aumenta ao longo da parceria. Ao contrário da Olympikus, entretanto, a empresa não terá influencia direta na contratação de grandes estrelas, com o pagamento de salários, por exemplo, mas admite “abrir portas” para que isso aconteça. O contrato foi assinado em 20 de dezembro do ano passado. Logo após a assinatura, o Rubro-Negro recebeu R$ 6,5 milhões, sendo que R$ 3,4 milhões foram usados para pagar a rescisão com a Olympikus. A fornecedora também já pagou ao clube outros R$ 38 milhões da taxa de início de parceria: R$ 13 milhões até 30 dias após a assinatura do contrato e R$ 25 milhões até 15 de fevereiro.(globoesporte.com)
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Fla e Flu são os únicos procurados pelo otimista 'Consórcio Maracanã'
Presidente da Odebrecht revela que novos gestores do estádio negociam somente com a dupla. Grupo tem três meses para fechar acordo. Com o prazo de três meses para fechar um acordo com dois clubes do Rio de Janeiro, o pool de empresas que venceu o processo de licitação do Maracanã tem pressa. As negociações existem, e os alvos já estão definidos: Flamengo e Fluminense. Sem estádios com capacidade de receber grandes jogos, a dupla vem negociando diretamente com o “Consórcio Maracanã”. As tratativas, por enquanto, estão em andamento e, apesar do prazo pelo acordo, ainda não têm data para chegarem ao fim. Benedicto Junior, presidente da Odebrecht (empresa que possui 90% do consórcio), confirma que o grupo negocia apenas com Flamengo e Fluminense e acredita em um desfecho positivo em breve. - Flamengo e Fluminense são os clubes que estão na mesa, até porque são os clubes que não têm estádio. Vai acontecer. É negocial. Pode ser um pouco mais pra cá, um pouco mais para lá, mas estou muito otimista. O negócio é bom para todo mundo – disse Benedicto. O desfecho, agora, depende de um acordo financeiro. - As negociações estão andando. Ainda é um pouco cedo. Estamos bastante otimistas. A nossa percepção é que os clubes e as empresas que vão administrar o estádio têm a visão de que o entendimento para viabilizar a participação deles de forma justa e motivadora tem que ser compatível com a estrutura financeira que temos. Estou otimista. Tanto o Flamengo quanto o Fluminense, têm uma visão de que vão jogar no melhor estádio do Brasil. O Maracanã hoje é um “state of the art” (expressão em inglês que significa algo muito moderno, tecnologia de ponta). Ele já deixou Wembley, que era considerado até então o melhor estádio do mundo, para trás. O Flamengo afirma que o assunto está sendo discutido, mas não descarta ficar fora do acordo. O Fluminense, por sua vez, não se pronuncia sobre o assunto. De acordo com o edital de licitação do Complexo do Maracanã, o consórcio vencedor tem 90 dias para fechar com dois dos “principais times do Rio de Janeiro” (Botafogo, Flamengo, Fluminense ou Vasco). O documento também aconselha que o estádio tenha pelo menos 40 grandes jogos (com mais de 40 mil torcedores) por ano. Os clubes que chegarem a um acordo com o consórcio poderão ter vestiários customizados e algumas preferências. No entanto, não terão exclusividade do estádio. Vencedor do processo de licitação, o “Consórcio Maracanã S.A” é formado por Odebrecht Participações e Investimentos, IMX Venues (de propriedade de Eike Batista) e AEG (de origem americana. O anúncio do ganhador foi feito na última quinta-feira, em sessão no Palácio Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro. No dia seguinte, no entanto, apontando “ilegalidades”, a juíza Gisela Faria, da 9ª vara de Fazenda Pública do Rio, concedeu uma liminar que suspendia a licitação. Com o governo conseguiu cassá-la na última segunda. O “Consórcio Maracanã” só assume o estádio após a Copa das Confederações, que será realizada entre os dias 15 e 30 de junho.(globoesporte.com)
terça-feira, 14 de maio de 2013
A RECEPÇÃO DA TORCIDA DE JUIZ DE FORA, ISSO É MENGÃO!!!
Muito alvoroço e um carinho até certo ponto exagerado. O Flamengo teve um desembarque nada calmo em Juiz de Fora, nesta terça-feira, onde encara o Campinense, quarta, pela segunda fase da Copa do Brasil. Após uma viagem de cerca de três horas e meia de ônibus - uma hora além do previsto -, a delegação foi recepcionada por cerca de 300 torcedores. Ao cercar o veículo na porta do hotel, a multidão dificultou a passagem dos jogadores, que tiveram de encarar um verdadeiro corredor polonês no caminho até o saguão. Primeiro jogador a passar pelos torcedores, Léo Moura foi o que mais sofreu. Na tentativa de tocar no ídolo, os torcedores acabavam dando verdadeiros tapas, e o lateral chegou ao fim da escada com seu corte moicano completamente despenteado. Pouco antes, Jorginho também já tinha se perdido no meio do alvoroço e precisou da ajuda de seguranças para chegar ao seu destino. O jogador mais celebrado, no entanto, foi Renato Abreu. Assim que surgiu no vidro próximo ao banco do motorista, o meia foi ovacionado em altíssimo som, parou na porta do ônibus e sorriu. Quase agachado conseguiu passar pela multidão e trouxe consigo boa parte dos companheiros. Último da fila, Gabriel foi outro a ter seu nome muito gritado, assim como Felipe, que foi chamado de “melhor goleiro do Brasil”. No saguão, o assédio foi menor, mas ainda assim existiu. Como o local é pequeno, boa parte do elenco subiu para o restaurante para almoçar sem nem mesmo pegar a chave de seus quartos. Muito atencioso, Renato Abreu atendeu pedidos para autógrafos e fotos. O mesmo aconteceu com Nixon, último a deixar o local. Mesmo com os jogadores dentro do hotel, a maioria dos rubro-negros não foi para casa e permaneceu na rua em busca de um aceno enquanto os ídolos almoçavam. Nesta tarde, o Flamengo pode sentir novamente o calor dos torcedores. A equipe treina às 16h30m (de Brasília), no Estádio Municipal, e informou que não se opõe que a atividade seja aberta ao público. A decisão está nas mãos da prefeitura, que será responsável pela segurança. Flamengo e Campinense se enfrentam quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Estádio Municipal de Juiz de Fora, pela segunda fase da Copa do Brasil. Com o 2 a 1 no jogo de ida, o Rubro-Negro pode perder por 1 a 0 ou empatar que ainda assim avança para pegar o Asa de Arapiraca no próximo estágio da competição.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
FLAMENGO estuda mandar alguns jogos no novo estádio
Rubro-Negro pretende usar arena para aproximar o clube do torcedor de Brasília, segunda cidade com maior adesão ao programa sócio-torcedor. Além da partida entre Santos e Flamengo, no dia 26 de maio, marcada para o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, os flamenguistas da capital federal poderão ter outras oportunidades de ver o clube do coração perto de casa ainda este ano. Faz parte dos planos da diretoria do Rubro-Negro levar alguns jogos do time como mandante para o Distrito Federal, que é o segundo local do país com maior adesão ao programa de sócio-torcedor do clube. - Queremos estreitar os laços com a população de Brasília. A ideia é que o Flamengo passe a jogar mais vezes no Mané Garrincha e tenha a capital como uma segunda casa, em retribuição a paixão dos torcedores daqui pelo time - afirmou o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello. Na última semana, uma comitiva de representantes do clube carioca esteve em Brasília para tratar do assunto com o governador do DF, Agnelo Queiroz, que gostou da ideia. - O que queremos para Brasília é exatamente isso, ser um orgulho para os torcedores locais e do país, com a perspectiva de poder disponibilizar sempre um grande evento - disse Agnelo. O confronto entre Santos e Flamengo, pela rodada de abertura do Brasileirão, deverá ser a primeira partida do novo Mané Garrincha com lotação máxima. Palco da abertura da Copa das Confederações deste ano e de sete jogos do Mundial de 2014, o estádio será inaugurado no próximo sábado, com Brasiliense e Brasília, pela decisão do campeonato candango. No entanto, para este primeiro evento-teste, apenas 30% dos 70 mil lugares do estádio devem ser liberados.(GLOBOESPORTE.COM)
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